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quinta-feira, 29 de março de 2012

Ainda sobre o saque ao nosso bolso.

Quero deixar claro que tenho o direito de me manifestar. Sou uma consumidora , cidadã, pago impostos e como tal tenho direitos que me foram instituídos pela constituição em vigor.       nunca escondi minha posição contrária ao que considero um golpe contra o consumidor para beneficio de poucos. Não me atenho a somente repassar informações ou relatar o que outros dizem. Também o faço, para que fique claro que não estou sozinho nessa luta, mas importante que as pessoas assumam posição, pois nesta discussão não há como ficar em cima do muro e o leitor/consumidor certamente saberá quem é quem ao final deste processo lamentável.



Petição – Boicote – Manifestação pacifica e ordenada –– Pressão popular sobre nossos representantes no congresso – Mídias Sociais – blogs e imprensa livre, enfim as estratégias e opções são imensas, use-as sem moderação, mas com educação, pois sem ela perdemos a razão! A luta continua
vale  dar uma passada pelos links abaixo? E veja a  a dimensão que esta polêmica tomou.
varias   fontes para você tomar pleno conhecimento do golpe que pretendem armar contra o consumidorA posição da ABS (SP) que colocou inclusive uma chamada em sua página de abertura no site, bem clara  didática.vale apena uma passada  http://www.abs-sp.com.br/conteudo/nao_instituicao_salvaguardas_vinho_brasileiro.html

Vinho também entra na mira do protecionismo – A revista Veja também repercutiu a tentativa de Salvaguardas solicitadas pelo oligópolio de plantão. http://www2.valoronline.com.br/cultura/2581292/nossa-pobre-industria-vinicola-esta-ameacada

Folha de São Paulo que publicou ótima matéria sobre o assunto http://acervo.folha.com.br/fsp/2012/03/28/578

jornalista Carlos Alberto Sardenberg. PÁTRIA AMADA –  Acusam os estrangeiros, mas a culpa é nossa”, ótima dissertação http://www.sardenberg.com.br/site/index.php

dois chefs de renome internacional decidiram aderir ao boicote contra os produtores que apoiam a aplicação de uma salvaguarda para o vinho brasileiro.veja  
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Manoel Beato ,um dos mais conceituados sommeliers do  Brasil ,decidiu também tirar os vinhos brasileiros das cartas dez restaurantes do grupo Fasano 

domingo, 18 de março de 2012

O CONSUMO DE VINHO EM RISCO

Querem encararecer ainda mais o que já é caro!!!
O vinho brasileiro custa caro. E o importado também. esta semana, almoçando com uma amigo portugues, ele pediu um vinho de sua terra que custava na carta R$ 102,00. Um vinho caro, no meu entender. Perguntei para ela quanto essa vinho custava em Portugal e a resposta foi 8 euros! OITO! Algo em torno de 20 reais, que chegou à nossa mesa custando cinco vezes mais.
Sim, os impostos são caros, mas quanto custa a ganância? Ah! dessa ninguém fala não é?
Não falam pois é 'chique' poder tomar vinhos caros, vinhos importados. Se você está tomando um vinho caro nacional você é bobo, mas se está pagando cem reais por um vinho de oito euros você é bacana. E isso, como se explica? A margem de lucro dos importadores é insana, dos donos de restaurante é impensável. Pois é, dessa ganância do distribuidor nacional ninguém fala não é?
 Uma pergunta: vocês acham justo que os vinhos chilenos, argentinos e uruguaios entrem no país sem pagar impostos enquanto os produtos nacionais pagam uma carga tributária altíssima (todo mundo sabe que os impostos no Brasil estão entre os mais altos do mundo)? Isso faz sentido? Isso gera alguma espécie de competitividade?
Isso posto, sou contra medidas protecionistas que afetariam muito mais o Chile e Portugal, pois existem acordos do Mercosul que viabilizam as trocas com Argentina e Uruguai. Isso é sacanagem, é cobrir um santo descobrindo outro. (E estou apenas mencionando os países que mais exportam para o Brasil)
Por que, ao invés disso, não discutimos impostos (em geral) mais razoáveis e damos à indústria nacional a possibilidade de ser competitiva mostrando qualidade e preço? Por que não proibimos (sim proibimos) a entrada de produtos adoçados no país ou aqueles carbonatados (como os Lambruscos genéricos)? Proíbam de vez, façam o consumidor encontrar alternativas, sejam elas importadas ou nacionais, mas em igualdade de condições e de preço.
Proteger os nacionais que continuam pagando impostos absurdos e sacanear com os importados que trabalham direito é uma vergonha. É querer ganhar inimigos onde precisamos encontrar aliados. É fazer com que as pessoas que já têm preconceito contra os vinhos nacionais alimentem um ódio nada silencioso. É um retrocesso.
Que o Brasil é a bola da vez, isso é verdade. E que ninguém se engane que alguém (produtor, importador, e muitos enófilos) está nessa história por amor à camisa ou pela 'arte' do vinho. O negócio é dinheirto gente, como sempre foi. Dinheiro grande.
Com a crise européia e americana, os maiores mercados consumidores de vinhos estão retraídos e o Brasil se apresenta como a tábua de salvação para muitos países produtores, e não adianta querer ser graveto nessa enxurrada, pois ela vai continuar.
O brasileiro bebe mal, bebe marca e nome estrangeiro no rótulo e contra isso só educação e preço competitivo, que eu não acredito, será atingido com nenhuma salvaguarda.
Alternativas pessoal que manda!Respeito pessoal que consome!
veja a materia completa

Aberta investigação para adoção de salvaguarda, o que pode encarecer produto ou tirá-lo das lojas

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Sim, se a lei passar Não podemos mais beber vinho e direçao NÃO COMBINA


queridos leitores Ando inconformada com muitas coisas e o vinho é apenas um coadjuvante nesse história.
Não sei se vocês, meus leitores, já pararam para reparar, mas ultimamente não se pode mais criticar os adultos ou chamar a atenção das crianças, pois todos se revoltam e reagem mal.
Os adultos têm me parecido, ultimamente, os donos de uma verdade absoluta que precisa ser espalhada por todos os cantos onde eles acharem que ela cabe. Não sei se é frustração de uma vida mal vivida, aquém de suas próprias expectativas, ou a tentativa desastrada de, em algum momento, ser ouvido, mesmo que à custa de ofensas.
Fato é que os políticos (e os jogadores de futebol) andam falando bobagens demais e fazendo de menos (isso, cá entre nós não é novidade), as 'personalidades' televisivas andam comprando "causas" para poderem garantir alguns segundos a mais de fama e sobrevivência em uma mídia que é, na essência, efêmera, e os empresários andam de lamúrias pelos cantos, mas os preços de seus produtos não deixam de subir, enquanto a mão de obra é cada vez mais mal paga.
Em nossa vida privada, temos que conviver com essa frustração de muitas pessoas, manifesta inoportunamente e sem que se possa contestar, sob a alegação de sermos maldosos com quem nos ofende. E é dessa forma que muitas coisas que não deveriam fazer parte de nossas vidas, passam a fazer.

s, ocupar o espaço que a educação e os valores morais deveriam preencher. Como poderia?
agora se resolvemos janta,em Um restaurante, para comemora meu aniversario ; conta para o garçom que essa é um data espercial , querendo compartilhar minha felicidade. O garçom, desejando agradar, oferece com a sobremesa uma taça de espumante para cada um. aceitamos e celebram felizes. Na saída ele (ou eu ) samos parado numa blitz e o bafômetro aponta álcool. Um dos dois vai para cadeia e, se não tiver curso superior, fica preso numa cela comum até alguém ter o dinheiro para pagar a fiança.
sou criminosa? Sim, se a lei passar serei , pois nossa legislação não permitirá nenhum consumo de álcool para quem pretende dirigir. Isso está certo do seu ponto de vista? Isso resolve nossos problemas de

Não podemos mais beber

Fiquem de olho, pois está para passar uma nova lei que vai fazer de qualquer pessoa que consuma qualquer quantidade de álcool (desde um bombom de licor) e dirija um carro, um criminoso, passível de processo civil, multa e cadeia, mesmo sem ter feito nada mais do que guiar um carro.
Que fique CLARO que não sou a favor de beber e dirigir. Acredito que quem enche a cara é um idiota, e que se essa pessoa cometer algum delito deve ir para a cadeia imediatamente, sem direito a fiança alguma.
Mas não acredito que todo mundo que bebe enche a cara. Não acredito que uma lei dura como essa resolva os problemas que temos com as pessoas que passam dos limites.
Não acredito que isso vá 'conscientizar' as pessoa excessos, de mau comportamento, de falta de educação, de outras drogas?
cresce a cada dia, e o consumo de drogas no nosso pais é um dos maiores problemas de saúde pública das grandes cidade mas dirigir portando uma pequena quantidade de drogas não é crime.
Isso está de acordo com uma cidade como BH , com suas distâncias enormes, sua ineficiência de transporte coletivo, sua falta de segurança nas ruas, seus preços exorbitantes para os taxis? Isso vai ajudar os hotéis, restaurantes, lojas e importadores a comercializar seus produtos sobretaxados com impostos abusivos deste governo inepto?

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Queremos tudo, ao mesmo tempo, agora. Mas tudo era o quê mesmo?

Taça Cheia

Sim, minha taça está cheia. Cheia dos que trabalham mal, cobram caro e enchem o saco. Cheia dos que não trabalham, reclamam de tudo, criticam e ofendem. Cheia dos políticos que NADA fazem pela sociedade, mas tudo fazem por seus conchavos e por um punhado a mais de tostões. Cheia das pessoas que votam nessa gente podre, esperando um favorecimento qualquer e achando que nada disso respinga nelas.
Cheia de gente que é do time do 'faça o que eu digo mas não faça o que eu faço', desde os que jogam papel na rua ou estacionam em vagas para deficientes, até aqueles que se sentem bons mas guardam no olhar a inveja e o desprezo.
Cheia da falta de oportunidades para quem trabalha sério, cheia dos conselheiros de aluguel, que gostam de falar para se sentirem superiores, cheia de quem promete e não cumpre, cheia de quem vende e não entrega, cheia de quem suja e não limpa.
Na verdade, ando com vontade de mandar alguns adultos calarem a boca. Ou ainda mais, ando com vontade de calar a minha própria boca em todos os segmentos onde eu percebo o abuso e a manipulação, a ignorância e o preconceito.
Mas ao final, sei que as taças vazias serão cheias para serem esvaziadas em seguida e que independentemente de minha insatisfação, o mundo gira a lusitana roda. Mas por um momento eu gostaria que um adulto calasse a raiva, o preconceito, a besteira e pensasse em uma maneira de fazer as coisas melhores, mais equânimes, mais para todos e menos para sí.
Apenas uma vez...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

LEI Nº 12.467, DE 26 DE AGOSTO DE 2011 – Do Sommelier

Segue abaixo o texto completo sobre a lei que regulamenta a profissão de sommelier. Trata de quais as funções do profissional atuante mas não exige certificação. A obrigatoriedade de certificação estava prevista no Artigo 2º que foi vetado. A explicação para o veto é de que é contra o direito constitucional de “livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, cabendo a imposição de restrições apenas quando houver a possibilidade de ocorrer algum dano à sociedade” e, bem, o único dano que um sommelier incompetente pode causar é ao seu jantar. Opinião à parte, qualquer um pode exercer a profissão – ou seja, em alguns aspectos, nada muda.

Por um lado pode parecer ruim, mas no final das contas, quem vai mandar em quem fica ou não no mercado é o próprio mercado. E isso é bom. Hoje, o consumidor conhece cada vez mais e não aceitará ser atendido por profissionais despreparados. Ele vai exigir conhecimento do profissional. Portanto, é bom que se preparem, mesmo que a lei não exija. Segue o texto completo e a parte que foi vetada

LEI Nº 12.467, DE 26 DE AGOSTO DE 2011.


dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Sommelier.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Considera-se sommelier, para efeitos desta Lei, aquele que executa o serviço especializado de vinhos em empresas de eventos gastronômicos, hotelaria, restaurantes, supermercados e enotecas e em comissariaria de companhias aéreas e marítimas.

Parágrafo único. (VETADO).

Art. 2o (VETADO).

Art. 3o São atividades específicas do sommelier:

I – participar no planejamento e na organização do serviço de vinhos nos estabelecimentos referidos no art. 1o desta Lei;

II – assegurar a gestão do aprovisionamento e armazenagem dos produtos relacionados ao serviço de vinhos;

III – preparar e executar o serviço de vinhos;

IV – atender e resolver reclamações de clientes, aconselhando e informando sobre as características do produto;

V – ensinar em cursos básicos e avançados de profissionais sommelier.

Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 26 de agosto de 2011; 190o da Independência e 123o da República.

DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Fernando Haddad
Luís Inácio Lucena Adams

Este texto não substitui o publicado no DOU de 29.8.2011

O QUE (E POR QUE) FOI VETADO.

MENSAGEM Nº 340, DE 26 DE AGOSTO DE 2011.

Senhor Presidente do Senado Federal,

Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do § 1o do art. 66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público, o Projeto de Lei no 17, de 2011 (no 4.495/08 na Câmara dos Deputados), que “Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Sommelier”.

Ouvidos, os Ministérios da Justiça, da Educação e a Advocacia-Geral da União manifestaram-se pelo veto aos seguintes dispositivos:

Parágrafo único do art. 1o

“Parágrafo único. É opcional aos estabelecimentos referidos no caput deste artigo a oferta da atividade exercida pelo provador de vinho ou degustador.”

Art. 2o

“Art. 2o Somente podem exercer a profissão de Sommelier os portadores de certificado de habilitação em cursos ministrados por instituições oficiais públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, ou aqueles que, à data de promulgação desta Lei, estejam exercendo efetivamente a profissão há mais de 3 (três) anos.”

Razões dos vetos

“A Constituição Federal, em seu art. 5o, inciso XIII, assegura o livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, cabendo a imposição de restrições apenas quando houver a possibilidade de ocorrer algum dano à sociedade com a necessidade de proteção ao interesse público. Ademais, a redação conferida pelo parágrafo único do art. 1o poderia sugerir a obrigatoriedade da contratação de Sommelier pelos estabelecimentos citados no caput, violando o princípio da livre iniciativa.”

Essas, Senhor Presidente, as razões que me levaram a vetar os dispositivos acima mencionados do projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional.

Este texto não substitui o publicado no DOU de 15.8.2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cooperativa Vinícola Garibaldi compra marca Granja União

Mas agora, tudo muda de mãos. O proprietário da Cordelier (Lídio Ziero) vendeu a marca Granja União para a Cooperativa Vinícola Garibaldi na vésperas de completar 80 anos Oscar Ló, presidente da Cooperativa Garibaldi, e o novo proprietário da marca Vinícola Garibaldi confirmou a a compra dos direitos de produção e comercialização da histórica e conhecida marca Granja União, que estava sob domínio da Vinícola Cordelier, situada no Vale dos Vinhedos (RS). O anúncio foi feito pelo presidente Oscar Ló na Convenção de Vendas, que abriu na quinta-feira (20) e seguiu ate sexta (21), reunindo cerca de 50 representantes da Garibaldi de todo o Brasil para um encontro de balanço e planejamento do ano. Hoje, a Garibaldi é referência de qualidade na elaboração de espumantes e suco de uva. “Vamos incrementar nosso portfólio de vinhos finos tendo a Granja União um dos carros-chefes”, afirma Oscar Ló, sem revelar os números envolvidos na negociação. “Estamos investindo na tradição de uma marca afirmada e reconhecida, que ainda se mantém viva na memória das pessoas através de histórias contadas e passadas de pai para filho”, recorda. A marca é lembrada pelo seu tradicional slogan: “Não arrisque. Na dúvida, escolha um Granja União”.


Oscar Ló projeta dobrar a venda de vinhos finos da Garibaldi já em 2011, graças à Granja União. No ano passado, a cooperativa comercializou 280 mil garrafas de vinhos finos, um acréscimo de 45% sobre 2009. “Este ano, só de Granja União queremos vender 300 mil garrafas”, calcula. O presidente anuncia que manterá os rótulos e a características dos vinhos Granja União, elaborados a partir das uvas riesling, malvasia, merlot, cabernet franc, cabernet sauvignon e tannat. “Só iremos acrescentar um moscatel e mudaremos o espumante brut”, revela. “Não tem por que modificar um produto plenamente aprovado pelo consumidor”, explica.

A aquisição desta marca é simbólica no ano em que a Garibaldi completa oito décadas de existência,. O rótulo Granja União surgiu no ano de seu nascimento, em 1931, elaborado pela Companhia Vinícola Riograndense, que anos depois tornou-se a principal concorrente da Garibaldi. A marca mudou consideravelmente o mercado e a concepção de vinhos no Brasil. “O rótulo Granja União foi o primeiro vinho varietal elaborado no país”, lembra Oscar Ló.

Saiba mais

Para se ter uma ideia de sua importância, a Companhia Vinícola Riograndense chegou a ter 25% da produção de vinhos do Rio Grande do Sul. Dois anos depois de sua criação, passou a importar parreiras da Europa, para desenvolver experimentos na Granja União, localizada em Flores da Cunha. O local funcionava como uma estação de aperfeiçoamento das videiras, com o objetivo de contribuir para eliminar vinhos de má qualidade e para disseminar a elaboração de vinhos com tecnologia adequada e sob controle.

A marca Granja União foi a responsável pela definição das variedades viníferas mais conhecidas na Serra Gaúcha há até pouco tempo. Durante muitos anos, quando se falava em Riesling ou Cabernet, automaticamente associava-se o nome Granja União. O sucesso era tamanho, que as vendas tiveram que ser limitadas já que a produção era insuficiente para atender à demanda.

Ranking

- 4ª produtora de espumantes do Brasil

- 7º produtora de vinhos finos e de mesa do Brasil

- 10ª empresa recebedora de uvas do Brasil

- Possui 340 associados de 10 municípios gaúchos

- Tem uma área de 32 mil metros quadrados.

No entanto, toda história tem mais de um lado, e esta tem o lado de quem comprou a marca Granja União. Um lado bem mais feliz


Parabéns Garibaldi Completou 80 Anos Neste Sábado


Oscar Ló, presidente da Cooperativa Garibaldi

A Garibaldi teve grandes motivos para comemorar,o seus 80 anos de fundação, com uma festança para seus quase 340 associados, e planeja dobrar a venda de vinhos finos com a entrada da Granja União. Agora, só resta saber no que se transformará a bela estrutura da Cordelier, o seu agradável restaurante .

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Mercado mundial esta cada vez mais exigente quer vinhos de qualidade Premium

O recente estudo elaborado para a Vinexpo pela empresa inglesa de consultoria International Wine and Spirit Record, IWSR, mostra que o consumidor mundial está a cada dia mais exigente. Os segmentos Premium e super Premium estão crescendo a taxas altas enquanto a faixa de vinhos mais baratinhos, os chamados primeiro preço, estão com ligeira retração. A tendência é sólida e deve se manter nos próximos anos, diz o estudo.
Em 2009 os vinhos vendidos a mais de US$ 10 a garrafa representaram 7,53% do volume dos vinhos tranquilos consumidos. Entre 2005 e 2009 o segmento super Premium, de alta qualidade, teve aumento de consumo da ordem de 20,25% em volume e deverá ter entre 2009 e 2014 uma progressão das vendas de 15,37%. Os vinhos na faixa de US$5 estão com as vendas estagnadas e oscilaram negativamente entre 2005 e 2009. Os vinhos Premium, entre US$ 5 e US$ 10, apresentaram forte aumento de 16,93% e devem crescer 9,25% até 2014, constata o estudo da IWSR
Estudo da IWSR mostra o forte crescimento de vinhos Premium e super Premium

No Brasil temos visto a mudança também deste perfil de consumo. Faltam-me dados estatísticos sobre o mercado nacional, mas vejo grandes redes de supermercados, que realizam importação direta, buscar cada vez mais uma maior qualificação de seus produtos. Esta tendência começou há alguns anos e vem tomando corpo e ganhando volume de norte a sul do país, antes assim. É o que os analistas estão chamando de “premiumização” do mercado. Santé.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Cooperativa Vinícola Garibaldi abre vindima com uvas de quatro associados

nesta semana escreve esta difícil as noticias da tragédia do Rio de Janeiro me choca tanto que perco até a vontade de escrever.Mas como são boas notícias e todos nós (apreciadores de vinhos) precisamos de boas notícias,vamos lá .Os vitivinicultores estão comemorando aquela que promete ser a melhor safra da história do Rio Grande do Sul. O tempo bom na serra gaúcha esta semana possibilitou o início da colheita de uva no Estado. Na quinta-feira (13), a Cooperativa Vinícola Garibaldi recebeu 35 toneladas de uva. Quatro associados – Osmar Storti, Paulo Ferronato, José Frizzon, Claimar Razador – entregaram uvas das variedades chardonnay, bordô e concord na sede da cooperativa, em Garibaldi.

O presidente Oscar Ló projeta o recebimento de 13 milhões de quilos na atual safra. O volume deve ser 5% superior ao do ano passado, quando 12,3 milhões de quilos foram colhidos pelos 340 associados da Garibaldi. “Além da quantidade maior, a qualidade será bem melhor do que a do ano anterior”, afirma.

Quem confirma esta expectativa positiva é o enólogo Gabriel Carissimi, que recebeu as uvas . “As uvas tintas que serão destinadas para a produção de suco chegaram com uma maturação maior do que no ano passado, apresentando mais cor e mais aroma”, conta. Isso resultará em sucos de uvas 100% natural de maior sabor, segundo ele. “A quantidade de açúcar está 20% acima do que na safra passada”, comenta. As uvas chardonnay também chegaram na Garibaldi com maior concentração e acidez. “Teremos espumantes mais frescos e encorpados”, estima o enólogo.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Vinícola Perini começa a receber uvas e projeta safra 20% maior



A Vinícola Perini recebeu as primeiras 30 toneladas de uva da safra 2011 nesta quarta-feira (12), na sua sede, em Farroupilha (RS). A uva branca chardonnay, destinada a elaboração de espumantes, apresentou qualidade excepcional, segundo os enólogos da Perini. “Acredito que esta será a melhor safra da história”, comemora o diretor-presidente Benildo Perini. Para ele, as condições climáticas, influenciadas pelo fenômeno La Niña, o que tem garantido tempo seco e temperaturas amenas à noite, farão a atual safra superar a de 2005, até então a melhor da década passada, e também a saudosa safra de 1991.

Com o tempo ajudando nos próximos dias, Benildo Perini estima a colheita de 12 milhões de quilos de uva – um acréscimo de 20% sobre a safra passada, quando a Perini recebeu 10 milhões de quilos de uva. “Estamos preparados para receber até 14 milhões de quilos de uva com os investimentos feitos nos últimos anos”, destaca. Dos vinhedos próprios da Perini devem sair 1,1 milhão de quilos de uvas, um recorde. “As uvas merlot, moscato, marselan e cabernet franc estão com um aspecto extraordinário, nunca antes visto”, comenta.

Benildo Perini observa que esta safra será diferenciada por vários outros motivos, além do clima. “O produtor está cada vez mais empenhado em entregar uma uva melhor”, avalia. Neste ano, o preço mínimo da uva, que há anos não era reajustado, teve uma valorização de 13%, passando de R$ 0,46 o quilo para R$ 0,52 o quilo. “Na Perini, os produtores ainda recebem prêmio por uvas de melhor qualidade. “Além de tudo isso, a tecnologia existente hoje é muito superior a de anos anteriores, assim como o nosso conhecimento, que evolui a cada ano que passa”, comenta, acrescentando que “agora muitas mudas plantadas no início da década passada estão em plena produção”.

Que venha uma LINDA safra e que tenhamos sempre bons motivos para brindar!

Comércio mundial de vinho atinge US$ 183,1 bilhões

O comércio mundial de vinhos atingiu em 2009 (preço ao consumidor) US$183,1 bilhões de dólares o que representa uma progressão de 9,25% em relação a 2005. No mesmo período o aumento do consumo de vinhos tranquilos em volume foi de 4,2%. Entre os anos de 2010 e 2014 o crescimento do comércio vai manter esta tendência de progressão duas vezes mais rápida em valor do que o aumento do consumo por volume que foi de 2,98%, constatou o estudo da empresa inglesa de consultoria International Wine and Spirit Record, IWSR, realizado para Vinexpo, divulgado nesta terça feira, dia 11, pelo seu diretor geral Robert Beynat.
O consumo dos vinhos espumantes, como se pode ver no gráfico abaixo, aumentou mais rapidamente do que o de vinhos tranquilos. No ano passado estes representaram 7,4% do consumo mundial e deverão crescer de 5,61% até 2014, quase o dobro dos vinhos tranquilos, atingindo então 207 milhões de caixas de 9 litros, in
formou Beynatveja a tabela que mostra o consumo mundial de vinho em bilhões de dólares

sábado, 15 de janeiro de 2011

Vinícolas brasileiras aplicam nova tecnologia para o cultivo de uva sem uso de agrotóxicos e pesticidas

Uma tecnologia inovadora, que promete eliminar ou reduzir significativamente o uso de agrotóxicos e pesticidas, está sendo usada por 42 produtores (sendo 22 vinícolas) de uva no Brasil. A tecnologia TPC (Thermal Pest Control), ou seja, controle térmico de doenças e pragas, é um processo de imunização de culturas agrícolas à base do ar quente, que está sendo aplicada na atual safra em mais de 1.000 hectares por 50 máquinas – 19 no Rio Grande do Sul, seis em Santa Catarina e 25 em Petrolina, no Vale do São Francisco. “Estamos diante da varinha de condão do setor vitivinícola, que pode utilizar esta ferramenta revolucionária para estar na vanguarda da demanda mundial por produtos orgânicos”, diz o gerente de Promoção e Marketing do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Diego Bertolini. Segundo o gerente-executivo da Lazo TPC no Brasil, Diego Arpini Valerio, na próxima safra, pelo menos o dobro de máquinas serão utilizadas pelos produtores de uva e vinho no Brasil. “Acreditamos que no mínimo teremos 100 máquinas Lazo TPC em operação no Brasil na próxima safra, mas este número pode ser bem maior”, informa.

Descoberta no Chile por Florêncio Lazo, a tecnologia foi testada pelo enólogo Mário Geisse na sua vinícola, a Geisse, em Pinto Bandeira, em 2008. No ano seguinte, 2009, Mário Geisse passou para a tecnologia para a Dunamis, Vinhos e Vinhedos, onde é consultor, e para Lidio Carraro, que fornece uvas para a sua vinícola. “Já no primeiro ano de uso, em 2008, obtivemos uma safra especialmente boa, com uvas (Chardonnay e Pinot Noir) sem qualquer resíduo de agrotóxico e de qualidade superior”, conta o precursor da tecnologia no Brasil.

Entretanto, conforme ele, o resultado da safra de 2009 foi mais surpreendente. “Além de eliminarmos o uso de pesticidas e agrotóxicos, a análise das uvas encontrou a presença do dobro de resveratrol, uma substância que combate o envelhecimento das células, em comparação com as outras uvas tratadas com agrotóxicos”, comenta o diretor comercial da vinícola, Daniel Geisse, também diretor da Lazo TPC Brasil, que forneceu a tecnologia aos 50 viticultores brasileiros nesta safra.

Lançamentos

Dois vinhos elaborados com uvas tratadas com esta nova tecnologia já estão disponíveis no mercado. O vinho branco Dunamis Ser, lançado no final de novembro, é o primeiro rótulo branco do Brasil a ir ao mercado com a aplicação da TPC. Entre os tintos, o primeiro vinho com esta tecnologia lançado é o Dádivas Pinot Noir da Lidio Carraro, safra 2010. Os espumantes da vinícola Geisse, da safra 2008, chegam em meados deste ano ao mercado.

“As análises feitas com nossas uvas não detectaram resíduos de agroquímicos, com exceção daqueles permitidos nas culturas orgânicas”, destaca o enólogo uruguaio Javier Gonzalez Michelena, da Dunamis. “A safra de 2010, que teve sérios problemas climáticos, foi a nossa melhor safra graças a esta nova tecnologia”, destaca a enóloga Monica Rossetti, coordenadora técnica da Lidio Carraro. O enólogo Juliano Carraro, que também é diretor comercial da vinícola, observa que percebeu uma série de vantagens qualitativas na utilização desta tecnologia, tais como sanidade e maior consistência das uvas. “Isso nos permitiu uma maior flexibilidade em aguardar o momento ideal para a colheita em sua maturação plena”, destaca.

Diego Arpini Valerio lembra que um estudo da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, concluiu que a máquina de ar quente reduz em 40% a emissão de dióxido de carbono em comparação com o uso de defensivos. Monica Rossetti observa que a tecnologia traz uma novidade no sistema de gestão vitícola para o tratamento fitossanitário das videiras. O objetivo é reduzir o impacto ambiental, substituindo a aplicação de fungicidas sistêmicos (intervenção química) pela aplicação de um jato de ar quente (intervenção física).


Na produção vitícola, o Brasil é o primeiro país a usar esta tecnologia. O sistema ainda pode ser aplicado para o cultivo de tomate, café, pêssego, kiwi, maça, melão, abacaxi, laranja, morango, entre outras. As máquinas TPC estão em operação no Chile, Nova Zelândia, Estados Unidos, África do Sul, Argentina, México e outros países europeus.


Operação
O funcionamento da tecnologia é simples e fácil de manusear. Uma máquina rebocada por um trator lança um ar quente (de 120ºC a 150ºC e 120Km/h) nas plantas, utilizando um sistema de combustão de gás liquefeito de petróleo (GLP). “O jato de ar quente elimina fungos, bactérias e insetos”, comenta o diretor-presidente da Dumanis, José Antônio Peterle. A nova tecnologia ainda possui benefícios extras, como para a saúde dos trabalhadores, a diminuição do uso de água e de pesticidas na natureza, contribuindo para a preservação do lençol freático, e uma queda nos custos de produção.


Descoberta
A tecnologia TPC surgiu de uma experiência doméstica. Em 1999, o agricultor chileno Florencio Lazo testava equipamentos capazes de inibir as geadas que prejudicavam a produtividade de suas lavouras no Chile. Entretanto, ao fazer as aplicações, por alguns segundos, de um jato de ar em alta temperatura, ele percebeu que as plantas não tinham qualquer dano, ao contrário, tornavam-se mais resistentes. Assim nasceu a TPC.

Mais informações em www.lazotpcdobrasil.com.

Veja as vinícolas e/ou produtores que estão usando a nova tecnologia em seus vinhedos na safra de 2011:

RS – região da Serra Gaúcha :

Bento Gonçalves – Vinícola Geisse / Vinícola Miolo / Vinícola Don Giovanni

Farroupilha – Vinícola Perini

Alto Feliz – Vinícola Don Guerino

Vacaria – Rasip (Miolo WG)

RS – região da Campanha :

Encruzilhada do Sul - Vinhedos da Quinta (antiga Angheben) / Cooperativa Aliança / Vinícola Lidio Carraro / Vinícola Chandon

Candiota – Vinícola Fortaleza do Seival (Miolo WG)

Dom Pedrito – Dunamis / Guatambu Vinhos Finos

Pinheiro Machado – Hermann & Hermann

RS – região da Fronteira:

Santana do Livramento – Vinícola Almadén (Miolo WG)

SC – região da Serra Catarinense (São Joaquim):

Vinícola Quinta da Neve / Vinícola Suzin / Vinícola Santo Emilio / Vinícola Pericó / Villaggio Bassetti

SC – região Central de Tangará, Videira e Pinheiro Preto

Villaggio Grando

PE/BA – região Vale do São Francisco (Petrolina, Juazeiro, Casa Nova, Vermelhos)

Vinícola Ouro Verde ( Miolo WG) e mais 20 produtores de uvas de mesa

Fonte: Ibravin

Espumantes brasileiros servidos no Fashion Rio

Os espumantes brasileiros estão presentes no Fashion Rio Outono/Inverno 2011, que foi aberto nesta terça-feira (11) e segue até sábado (15). O casting das vinícolas verde-amarelas que fazem a sua estreia na passarela do maior evento de moda do Rio de Janeiro, no Píer Mauá, está escalado com Casa Valduga, Domno, Geisse, Pizzato e Cooperativa Vinícola Garibaldi, reunidas pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho). Os produtos estão sendo oferecidos no lounge da Abest (Associação Brasileira de Estilistas) e da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções).

O local, de aproximadamente 130 m², recebe diariamente cerca de 250 pessoas, entre estilistas, jornalistas, formadores de opinião e convidados vip das associações organizadoras. Cada vinícola é responsável por abastecer o lounge com um de seus espumantes durante um dia, de forma exclusiva. Na terça (11), a Casa Valduga serviu o espumante brut 130. Na quarta (12), a Domno ofereceu o espumante brut Ponto Nero. Quinta (13) será a vez da Cave Geisse servir o seu brut de mesmo nome da vinícola. Na sexta (14), a Pizzato oferecerá o seu espumante brut e no sábado (15), a Garibaldi disponibilizará o seu moscatel.


“Vinho, espumante e moda tem tudo a ver, porque ambos têm glamour e são consumidos por pessoas de bom gosto”, destaca o gerente de Promoção e Marketing do Ibravin, Diego Bertolini. Esta é a segunda ação do Ibravin no universo da moda. No ano passado, o Ibravin colocou os espumantes de quatro vinícolas (Aurora, Irmãos Basso, Miolo e Salton) no São Paulo Fashion Week, que ocorreu de 8 a 14 de junho.

Ibravin projeta maior safra de uva da história

Boas noticias vindas do Rio Grande do Sul, o estado que mais produz uvas para suco e vinho no Brasil (não esqueçam que o nordeste produz - além de uvas finas para vinho - uma quantidade imensa de uvas de mesa, para mercado interno e exportação)!Começo da colheita na serra gaúcha, principal região vitícola do País, aponta para uma colheita superior a 640 milhões de quilos de uva no Rio Grande do Sul, um incremento superior a 20% em relação à safra passada

A safra 2011 de uva no Rio Grande do Sul deve ser a maior da história. A quantidade colhida deve aumentar de 20% a 25%, um acréscimo de mais de 100 milhões de quilos em relação à safra passada, segundo estimativa do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) feita esta semana, após o início da vindimas nas vinícolas da serra gaúcha. “Devemos colher mais de 640 milhões de quilos de uva mantidas as condições climáticas favoráveis, sem ocorrência de chuvas de granizo, por exemplo”, projeta o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Júlio Fante.

Na safra anterior, de 2010, foram colhidos 526,89 milhões de quilos de uva nos parreirais gaúchos, responsáveis por cerca de 90% da produção brasileira de uva e derivados. A maior safra já colhida no RS foi em 2008, com 634 milhões de quilos de uva. “Estamos tendo um bom equilíbrio entre chuva e sol, o que tem favorecido a maturação das uvas”, afirma. “"A qualidade da uvas recebidas pelas vinícolas esta semana está muito boa, o que nos anima a projetar uma excelente safra”, comenta.

Em termos qualitativos, Fante projeta uma safra igual ou superior a de 2005, considerada a melhor da década. “Além do clima que está sendo favorável, agora as empresas estão melhor capacitadas, investiram em novas tecnologias e possuem mais conhecimento para elaborarem produtos de qualidade superior”, argumenta. Em 2005, como agora, o Rio Grande do Sul foi afetado pelo fenômeno La Niña, que provoca menores ocorrências de chuvas na primavera e no verão no Rio Grande do Sul. “O resultado é um clima mais seco, com menos umidade, que favorece a produção de uvas com mais açúcar e, por consequência, a elaboração de produtos de melhor qualidade”.

Fonte: Ibravin

Que venha uma LINDA safra e que tenhamos sempre bons motivos para brindar!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A força de uma marca

Estava de passagem pela OSCAR FREIRE em São Paulo neste final de semana e resolvi entrar em uma loja de vinhos. Entrei só para olhar (pelo menos dessa vez eu me controlei) e nesse curto período que eu fiquei por lá, tive a oportunidade de presenciar um fato interessante. Entrou um senhor de terno da grande marca italiana , daqueles que realmente parecem bem de vida e foi logo procurando a vendedora. Não hesitou e pediu: Você tem aí o Almaviva?

Aqui abro um parêntese antes de continuar a história. Almaviva é um vinho ícone produzido no Chile, que chega para nós aqui por aproximadamente 600 reais. E realmente é um vinho espetacular. Parêntese fechado.

Voltando então à história, a vendedora gentilmente falou que não tinha mais nenhuma garrafa, mas que tinha outros vinhos que poderia apresentar ao senhor. Ele então aceitou, um pouco resignado, e respondeu: OK, o que você tem então que seja um vinho bom como o Almaviva? É pra presente.

Nessa hora percebi a força da marca. O homem estava em busca de um “vinho de qualidade”, representado ali, pra ele, pelo Almaviva. A loja obviamente tinha outros rótulos de ótima qualidade, tanto do Chile quanto de outros países. Em minha opinião, ele poderia inclusive levar O CLOS A PALTA que chega a fica em em segundo lugar o vinhos tem até melhor qualidade e talvez até de menor preço, pelo que conheço do portfólio da loja.

Mas sabem o que aconteceu? Ele foi embora sem comprar. Ele queria mesmo era o Almaviva!

Quantas vezes não vemos as pessoas ostentando “BMW” e não “carro novo”, ou “Prada” e não “bolsa nova”? É,meu colegas é assim também no mundo do vinho. E sorte do produtor que conseguiu fazer com que sua marca tenha sido reconhecida assim pelos seus consumidores. No entando o consumidor tem medo por vez daquilo que não conhecer ate a próxima .

Se você estiver procurando por um presente desse nível, seja para você ou para outra pessoa, saiba que um Almaviva fará o papel de forma impecável. É um vinho memorável e que desperta paixões (inclusive a minha). Mas saiba também que existem outros que estão à altura.

Viva a qualidade das marcas. E viva o Almaviva!




segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Casa do Porto – Apresentou vinhos da Espanha


conheça as regiões vinícolas e os maravilhosos vinhos desse reputado produtor mundial Espanha revolução
Nesta quarta feira tive uma oportunidade de conhecer grandes vinhos espanhóis ,que acabam de chegar com exclusividade á Casa do Porto. São vinhos de um elegância fantástica,equilibrados com personalidade que expressam a verdadeira alma do vinho espanhol única os vinhos foram apresentados pelo competente sommelier Ariel Perez. que falou dos produtores e regiões mais informações sobre vinícola no blog taça cheia Todos os vinhos, sem exceção,foram extraordinários – mas é claro que alguns deixou marcante chamando mais atenção do que os outros ,um vinho que me fez encher a boca ,mas com extrema delicadeza incrível ,inigualável foi Antonino Izquierdo 2006 Um vinho que dá enorme prazer beber para finalizar a noite de degustação com taça de ouro ESTELA E a taça foi de ouro mesmo, um vinho que me surpreendeu positivamente, uma delícia espetacular. Vinhos de sobremesa, especialmente como esse, estão se tornando uma paixão para mim! Muito bom mesmo.minha adega esta precisando der este vinho refinado entrando aí também meu gosto pessoal Deu dúvida de qual foi o melhor É com esse espírito diverso e apaixonado que irei posta e comentar cada vinho degustando na casa do porto vamos viajar pelas regiões vinícolas da Espanha e conhecer suas sutilezas e seus vinhos Por isso sinto-me à vontade para postar esta degustação, que aconteceu na belissima importadora Casa do Porto, que me fez o convide através da assessoria sempre atuante de RICARDO DIVINO PARA minha felicidade tive companhia de um mestre Arilto Soares muito obrigado a todos.
O mundo ainda está por conhecer as novidades da viticultura espanhola o vinho espanhol tem um longa tradição ,sendo reconhecido em todo o mundo pela excelência de alguns produtores quase míticos ,... A Espanha é um país realmente deslumbrante, apaixonado pelo seu passado ao mesmo tempo doce e amargo. Isso se reflete também em seus vinhos, tempo e laboração para criar e cultivar Todos os vinhos degustados são vendidos com exclusividade da Casa do Porto.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Preço alto faz cérebro sentir mais prazer com vinho, mostra estudo


Se é caro, deve ser melhor. A desculpa esfarrapada do consumista inveterado foi agora demonstrada verdadeira, pelo menos segundo reações do cérebro de 20 voluntários em um estudo nos EUA. Bastou dizer que um vinho era mais caro que outro para as "cobaias" humanas acharem que ele era mais gostoso mesmo quando se tratava da mesmíssima bebida. Péssima notícia para os amantes do vinho, excelente para os profissionais de marketing.

O cérebro reagia de acordo com o suposto preço da bebida, ativando sua área ligada ao prazer. O estudo reafirma que sensações prazerosas seja da bebida, seja da comida ou seja do sexo estão mais no cérebro do que em órgãos sensoriais mais "diretos" das pessoas, como a língua ou a genitália.
Foi um experimento insólito. As "cobaias" degustavam cinco tipos de vinhos tintos varietais, da popular uva Cabernet Sauvignon, enquanto tinham seu cérebro monitorado por ressonância magnética. No aparelho de mapeamento cerebral, as áreas ativas apareciam iluminadas.
Quando algo gerava prazer, luzes surgiam na região conhecida como córtex orbitofrontal medial. Como estavam dentro do aparelho, as pessoas tinham de tomar a bebida usando tubos plásticos.
Ao recrutar os voluntários, o pesquisador Antonio Rangel, do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), pregara uma peça. Disse a todos eles que o teste era relacionado ao efeito do tempo de degustação na percepção dos sabores dos vinhos, que estavam identificados apenas pelo seus preços.
Mas, na verdade, não eram cinco e sim apenas três vinhos. Dois deles foram apresentados com seu preço real US$ 5 e US$ 90 e depois com preços fictícios o mais barato ficou 900% mais caro (US$ 45); e o mais caro ficou 900% mais barato (US$ 10). O terceiro vinho, de US$ 35, foi apresentado apenas com seu preço real.
As bebidas apresentadas como caras, no final, tinham recebido notas maiores mesmo que fossem baratas; mas a maior atividade cerebral indicava que havia real aumento do prazer.
"Nosso resultado sugere que o cérebro pode computar a sensação de prazer experimentada de modo muito mais sofisticado, que envolve integrar as reais propriedades sensoriais da substância sendo consumida com as expectativas de quão boa ela deveria ser", escreveram Rangel e seus parceiros. Seu estudo sai hoje na revista "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
Fonte: Folha Online