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segunda-feira, 9 de maio de 2011

ÁFRICA DO SUL –a elegância do Velho novo mundo

. A verdade é que conheço muito pouco sobre os vinhos da África do Sul. Espero, nos próximos dias, poder diminuir um pouco essa ignorância indevida

Falando em vinhos a África do Sul é um país abençoado. Toda a região vinícola de importância internacional está na Cidade do Cabo, regiões como Constantia, Stellenbosch, Paarl e mais recentemente Elm.

Estes vinhedos são plantados entre os paralelos 30 e 35 os mesmos da melhores regiões vínicas da Austrália, Argentina, Brasil, Uruguai e Chile, portanto terra de bons vinhos.

A acidentada geografia onde estão os vinhedos criam vários micro-climas o que favorece a produção de diferentes vinhos com a mesma uva mesmo com os vinhedos perto um do outro. É o tal de terroir que tanto falamos.

As principais castas são a Chenin Blanc, esta para mim o que a África do Sul produz de melhor, Sauvignon Blanc, Chardonnay, nas brancas.

Nas tintas, a Pinotage, tida por muitos como a casta ícone deste país, na verdade é um cruzamento entre a Pinot Noir e a Hermitage (nossa velha conhecida Cinsault, uma das rainhas do mediterrâneo e base de grandes roses no sul da França), plantam também, Cabernet Sauvignon, Syrah, Pinot Noir, Cabernet Franc e Merlot, para ficarmos apenas nas mais conhecidas.

Um outro detalhe é o estilo de vinificação. Dos que eu experimentei os vinhos são produzidos ao estilo velho mundo, tintos mais elegantes, menos frutados, mais sóbrios. E os brancos mais delicados, minerais e com aromas mais herbáceos. Diferente do novo mundo onde os tintos são quase tintos retintos carregados de frutas e doçura com um fundo de madeira bem explícitos e os brancos mais frutados, doces (da própria fruta) e puxados para o mel.

Portanto nas próximas postagem vamos conhecer as regiões produtoras, suas localização, geografia, clima, uvas principais, seus vinhos e sua história.



sábado, 6 de novembro de 2010

LUJÁN DE CUYO E SUA PAISAGEM

Luján de Cuyo está situada entre Mendonza e San Juan ao sul. A paisagem desta região é belíssima, poucos lugares neste planeta são tão singulares e bonitos. Cuyo está situada ao pé dos Andes, num clima seco que proporciona uma paisagem quase lunar. Toda a região é governada pelos Andes, desde o clima, com o vento Zonda, os granizos e as tormentas de verão, passando pela luminosidade e a irrigação feita através de canais de superfície do tempo dos Incas e pelos rios subterrâneos. Para chegar em Cuyo, necessariamente se passa por pequenos desertos.

Nesta área existe a maior concentração de produtores de vinhos finos na Argentina.

Cuyo concentra as seguintes sub-regiões:

Em San Juan: Tulum e Ullum.

O grande oásis Mendoncino do rio Mendonza.

O vasto vale del Uco, desde Tupungato até San Carlos.

Depois, separado por quilômetro de distância onde a unica companhia no deserto são os cactos gigantes, está San Rafael.

em o sistema de irrigação por canal e por rios subterrâneos esta região não seria nada mais do que deserto.

Nesta região o Malbec a Syrah e, para mim, com menor qualidade a Cabernet Sauvignon encontrou local ideal para seu desenvolvimento.

É de se lembrar que a altura, neste local é muito importante para que haja a diferença de temperatura ao final do amadurecimento das castas, sendo assim as terras mais disputada são as que estão mais perto da cordilheira.

As vinícolas mais conhecidas desta região são:

- Alta Vista – www.altavistawines.com.ar

- Altos Las Hornigas – www.altoslashornigas.com

- Bodega Achaval-Ferrer www.achavalferrer.com

- Bodegas Benegas www.bodegabenegas.com

- Bodega Catena Zapata www.catenawines.com

- Bodega Escorrihuela www.escorihuela.com.ar

- Bodega Norton www.norton.com.ar

- Bodega Séptima www.bodegaseptima.com.ar

- Bodegas Terrazas www.terrazasdelosandes.com

Entre outras.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O NOVO LIMITE DO CHILE OS VALES

Já ouviu falar de Copiapó? E de Malleco? Mesmo para um enófilo com boa litragem, esses dois nomes podem não significar nada. São os dois extremos, pelo menos por enquanto, do mapa do vinho chileno. Coquimbo é a fronteira norte da enologia do país, e Malleco, o vale mais austral. O primeiro está no Deserto do Atacama. E o segundo, nas bordas da Patagônia.
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Foi em 1994 que o Chile fez uma grande demarcação de suas regiões vinícolas, estabelecendo mais de dez regiões vinícolas. O nome dos vales é sempre uma menção a algum rio. No Chile, só há vinho onde há rio para irrigar.
Essas áreas principais, por sua vez, são divididas em subvales, e ainda, em alguns casos, fragmentado em zonas ainda mais específicas, como por exemplo o Vale de Colchagua, de onde saem alguns dos melhores vinhos do Chile. A área faz parte do Vale do Rapel, que é parte do Valle Central, e tem uma divisão principal: Colchagua e Cardenal Caro, que são subdivididas novamente (Chimbarongo, Santa Cruz, Peralillo...).
(e ainda tem a região de Atacama, dividida entre os vales de Copiapó e Huasco, pouco expressiva em matéria de vinhos finos, mais dedicada ainda à produção de uvas de mesa e também para elaboração de pisco).

Vales ao norte de Santiago
Limarí – Região emergente, muitos produtores tradicionais apostam em seu potencial, como a Concha y Toro, que instalou ali mais um projeto bem sucedido, a Maycas de Limarí, que produz aromáticos Sauvignon Blanc, densos Chardonnay (como o Quebrada Seca, que aparece na foto) e elegantes Syrah.
Elqui – Tradicional produtor de uva Moscatel para elaboração de pisco, começa a aparecer com destaque no mercado de vinhos finos, com Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, Carmenère.
Choapa – É um vale ainda muito pouco conhecido, que nem aparece em alguns mapas do vinho chileno.

Vales ao sul de Santiago
Itata – Tem um perfil de uvas bem diferente das outras regiões. As uvas Moscatel de Alexandria é a mais plantada entre as brancas e a País, entre as tintas. Num momento em que as pessoas começam a buscar coisas diferentes, como fazer sucesso. Também tem Chardonnay e Cabernet Sauvignon.
Bío-Bío – (ESTE DA FOTO ) As Casas típicas das cidades desta região, são baixas, planas e servem de proteção aos sismos, muito frequentes por ali.uvas demoram a amadurecer e é uma das regiões que faz a colheita mais tarde. Também tem muito Moscatel de Alexandria e País, e começam a surgir bons Chardonnay, Pinot Noir e as chamadas uvas aromáticas, como Riesling e Gewurtztraminer.
Malleco – É á área vinícola demarcada mais austral do país, ainda que haja vinhedos mais ao sul. A região de Traiguén seria a zona de melhor reputação. São plantadas principalmente as uvas Pinot Noir e Chardonnay

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

VALE DE CALCHAQUI – TERRA DO MELHOR TORRONTÉS

Fale a verdade, me diz se olhando esta foto se pode imaginar vinhedos de alta qualidade? Difícil não é.

Esta é a foto do vale com a secagem de pimenta.

Mas ali estão, para mim os vinhedos mais singulares, talvez, no mundo. Pela sua altura, média de 1800 metros, pelo clima, pela geografia do local e pelos seus vinhos.

Os vinhedos deste vale começam em Cafayate numa altura média de 1.600 metros e vai subindo a cordilheira, esgueirando-se por entre as montanhas, seguindo o curso das águas, principalmente o rio Calchaqui que, biblicamente dá vida ao lugar.

No sentido norte, o vale tem a sua direita a serra de Aconquila cujo ponto máximo é 5.600 metros e a sua esquerda a serra do Cajón cujo ponto máximo é 6.400 metros, de pura paisagem lunar pedra e mais pedra.

Em Cafayate, os parreirais estão mais concentrados e mais planos ao redor da pequena vila de Cafayate, também aqui estão os vinhedos antigos, a média por volta de 70 anos.

Mais acima começa a subida do vale e encontra-se aqui e acolá, pequenas quantidades de terra, muito bem escolhidos que produzem vinhos com uma tipicidade única. No vilarejo de Mollinos está a Bodega Colomé e mais acima, perto de 2.500 metros a Finca Tacuil, dos meus prefridos Doña Ascensión, RD Dávalos e RD, todos Malbeec e o segundo 50% Cabernet Sauvignon.

São regiões extremamente secas, pouquíssima humidade e grande altura, o que traz poucos problemas com pragas naturais, como fungos e insetos, tornando-os vinhos orgânicos por natureza. A diferença de temperatura entre dia e noite ideal para vinhos encorpados, calorosos, alcoólicos e densos. Experimentem um Malbec da Colomé e verão o que estou escrevendo. Altura esta essencial pois esta região está no extremo norte da Argentina.

De qualquer sorte são vinhos bem diferentes dos de Mendonza e da Patagônia.

Terra da Torrontés, uvas vinda da Espanha, Rioja, mas que encontra a sua expressão máxima nesta região. São vinhos florais e aromáticos, com boca seca e levemente adocicada de final de gosto prolongado.

Para mim estão na elite dos vinhos brancos, no mundo. Muito se fala de, Verdes do Minho, Chablis, Alsacianos, austríacos e sicilianos, como sendo brancos, raros e de tipicidade, mas esquecem que, aqui do lado, se produz vinho desta categoria, podendo até mesmo ser melhorado, por preços bem mais acessíveis. Eu, pelo menos cito três, San Pedro de Yacohuya, Michel Torino e Crios da Susana Balbo.

Em Cafayate estão as maiores e mais antigas Bodegas da região, como Lavaque, Etchart, Michel Torino e as Bodegas Boutique, como San Pedro de Yacohuya e Las Nubes, responsáveis por vinhos bem mais caros e não tão melhores assim.

Mais acima no vale temos a Colomé, do mega empresário Donald Hess e a Tacuíl de Raul Dávalos.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

TASMÂNIA MUITO OUVIREMOS FALAR DE SEUS ESPUMANTES

Se vocês não ouvir falar dos vinhos da Tasmânia, prepare-se para conhecer seus espumantes (sparkling). A ilha ao sul da Austrália, é politicamente um Estado Australiano. Temos noção da sua existência pelo diabo da Tasmânia, animal extinto e pelo seu correlato no desenho animado.

Mas fiquem cientes de que de lá vêm saindo espumantes acima da média.

O clima frio e úmido da ilha, com verões pouco ensolarados certamente favorecem muito as uvas brancas e em especial as aromáticas e aquelas que favorecem a produção de espumantes.

Já os tintos o frio faz com que se tenham vinhos de médio corpo e ligeiramente ácidos.

A região, conforme o mapa acima, mostram os locais de produção todos perto do oceano recebendo diretamente sua influência.

Em termos de uvas, como falamos de espumantes, as castas mais plantadas são a Chardonnay e a Pinot Noir uvas utilizadas no corte clássico dos “sparkling”.

Mas outras são plantadas e todas que gostem do frio, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc.

Nas brancas a Sauvignon Blanc, Riesling e Semillon.

Enfim, resumidamente o que interessa são os excelentes espumantes que vêm e virão, ainda, da Tasmânia eu espero em breve degustar .

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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Principais uvas da Nova Zelândia


As altas temperaturas de nosso verão despertam nos enófilos o desejo de beber vinhos frutados e de boa acidez, de preferência brancos, para refrescar e acompanhar pratos mais leves. Nessas circunstâncias, os vinhos neozelandeses são um dos primeiros a serem lembrados então vamos conhece as uvas marcantes desse pais .
SAUVIGNON BLANC - Aclamada por todos como a grande uva do país. Dá vinhos extremamente frutados (com aromas pungentes de maracujá, lima e mato cortado), de grande frescor e persistência. Rivalizam e, muitas vezes, suplantam os melhores franceses do vale do Loire. Seu plantio teve início em Auckland, mas se espalhou por todo o território. Atualmente, dois terços de sua produção encontram-se em Marlborough.
CHARDONNAY - É hoje a cepa mais plantada no país. A grande diversidade de solos e, principalmente, de climas, associada aos vários estilos de vinificação, propiciam uma ampla gama de vinhos elaborados com esta uva. No geral, eles são bastante complexos, frutados e frescos. Os de regiões mais quentes (como Auckland e Northland) tendem a ser mais encorpados, maduros e com grande amplitude de aromas, enquanto os da área de Marlborough são mais ácidos e refrescantes, com marcado aroma de pêssegos e frutas cítricas. Barricas de carvalho francês e americano são utilizadas em seu afinamento. Esta é a principal uva utilizada na produção dos sparkling wines.
PINOT NOIR - Esta aristocrática uva borgonhesa, que ama as baixas temperaturas e o clima seco, e que dificilmente se adapta a outras regiões, encontrou, na Nova Zelândia, um terroir ideal. Seus vinhos surpreendem pela tipicidade e elegância. É muito utilizada também nos espumantes com segunda fermentação na garrafa.
CABERNET SAUVIGNON - Produz seus melhores resultados nas regiões mais quentes e secas do norte. Vibrantes e elegantes, muitas vezes são cortados com a uva Merlot.
MERLOT - Outra uva de Bordeaux que aparece tanto vinificada isoladamente quanto cortada com sua "prima" Cabernet Sauvignon, e, como ela, prefere as regiões menos frias do norte.
SEMILLON, RIESLING, GEWÜRZTRAMINER e PINOT GRIS, três uvas aromáticas brancas de primeiro time, são também cultivadas com sucesso e ótimos resultados.

O súbito encanto dos neozelandeses


hoje vamos fazer um a viagem áte A Nova Zelândia conhecer as principais regiões viniculas
deste pais que tem paisagem belíssima e maravilhoso vinhos.
A Nova Zelândia está localizada na Oceania - a sudoeste do Oceano Pacifico e ao sul da Austrália - e é composta por duas principais ilhas: a Ilha do Norte e a Ilha do Sul. O país é famoso pela prática de esportes radicais e nos últimos anos tem aparecido no cenário mundial por produzir vinhos muito interessantes.

O país tem dez regiões vinícolas, cada uma com uma grande diversidade de clima – muito influenciado pelo oceano - e de solo. Das duas grandes ilhas que compõem a Nova Zelândia, a Ilha do Norte é a mais quente e produz vinhos tintos nos arredores de Auckland e Hawkes Bay, assim como vários vinhos brancos das uvas Sauvignon Blanc e Chardonnay. Hawkes Bay é a segunda maior região vinícola do país, com 4.921 hectares de área plantada em 2009.

Na Ilha do Sul, Marlborough - maior e mais importante região vinícola do país — só descobriu seu potencial para a vinicultura em 1973. É a principal região de produção de Chardonnay e, especialmente, Sauvignon Blanc. Cresceu mais de 400% em área plantada entre 2000 e 2009; em 2009 tinha 18.401 hectares.

Foram os neozelandeses que inventaram a frase e compraram o conceito de um "estilo de vida vinícola”: um estilo de vida bucólico no qual, tipicamente, uma boa educação está focada em produzir, no ambiente mais agradável, uma das delícias da vida que a terra oferece. Dessa forma, quem viajar por aquele país pode esperar muitas opções em termos de Enoturismo e a receptividade é das melhores.

A Nova Zelândia vem ganhando espaço no mundo do vinho porque está exportando seriamente — a maioria dos seus vinhos é vendida fora do país — e porque muitas pessoas que os experimentam se apaixonam por seus aromas marcantes. Esse sucesso se deve, principalmente, à sua capacidade de produzir excelentes vinhos a partir de três uvas: Sauvignon Blanc, Chardonnay e Pinot Noir.

Os vinhos Sauvignon Blanc, da Nova Zelândia, são aclamados em todo o mundo como o estilo definitivo de referência para essa uva. Ele tem uma acidez refrescante e aroma de groselha, maracujá e limão - em alguns exemplares são encontradas notas de aspargos. O sabor é seco, equilibrado e com final persistente. É a variedade de uva mais plantada no país -

O vinho Chardonnay neozelandês tem muitas diversidades. As diferentes condições climáticas regionais, combinadas com a habilidade dos enólogos das vinícolas, fazem com que a Chardonnay da Nova Zelândia tenha diferentes estilos. As áreas mais quentes da Ilha do Norte tendem a produzir um Chardonnay rico, maduro, com aromas que vão de abricó maduro e melão a pêssego e abacaxi. Na Ilha do Sul, os vinhos tendem a mostrar aromas cítricos.

A Nova Zelândia é reconhecida como um dos poucos países a terem sucesso com a difícil uva Pinot Noir. O clima temperado e longas horas de sol, combinados com a paixão e a habilidade dos produtores, têm produzido exemplares de vinho Pinot Noir muito interessantes, de aromas frutados e característicos, com notas de framboesa, cereja, ameixa, ervas e carvalho, e sabor maduro e redondo.

A mundialmente famosa uva Cabernet Sauvignon não tem resultados satisfatórios na Nova Zelândia. Em termos de área plantada em 2009, ela é nove vezes menor que a de Pinot Noir e é mais utilizada para produzir vinhos misturados com a uva Merlot.

Os neozelandeses também produzem ótimos espumantes, principalmente com o método clássico, no qual a segunda fermentação é em garrafa. O preço é convidativo e a qualidade é comparada muitas vezes a alguns Champagnes.

CENTRAL OTAGO TERRA DE PINOT NOIR


Localizado no centro sul da ilha sul, a região de Otago possui vinhedos muito modernos e projetados com alta tecnologia. São vinhas plantadas numa média de altura em torno de 400 metros, muito mais alta que os outros vinhedos. Todos plantados em volta de lagos e no pé de altas montanhas.Vejam a foto acima.
Mais de 70% da área plantada é de Pinot Noir. Não é por nada e si porque é o que a Nova Zelândia tem de melhor nesta casta. O restante é dividido entre Pinot Gris (vem dando excelentes vinhos), a Riesling, Sauvignon Blanc e Chardonnay.
Todas as castas precisam do frio para se desenvolver com plenitude. Estes vinhedos são plantados em região bem mais frio que a ilha norte em altura média de 400 metros, o que favorece e muito estas castas.