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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Adega: vale a pena ter

A resposta não é simples assim. Depende muito. Se a ideia é guardar vinhos especiais, uma boa adega é fundamental. Se a pessoa só quer vinhos para o dia a dia, não vejo qualquer necessidade. Vinhos podem ser guardados na geladeira perfeitamente, para períodos de um ano, até um pouco mais. Ter uma adega não é barato, e não estou falando do preço, que varia bastante: de R$ 350, R$ 400 dos modelos mais simples até R$ 10 mil ou mais, no caso das maiores e com acabamento em madeira, controles eletrônicos de temperatura, áreas separadas para espumantes, brancos e tintos - sem falar nas feitas sob encomenda. Esse valor, pagamos uma vez, dentro dos nossos orçamentos, e pronto (claro, pode ter uma manutenção aqui, outra ali: nunca precisei fazer na minha). Falo sobre o custo da energia. Não é pouco. Hoje tenho duas adegas na minha casa. Na verdade, uma delas é um frigobar, que uso para guardar brancos e espumantes, e quem sabe um rosé. Se fosse um estoque de loja, seriam os produtos de giro rápido, que não demoro muito a beber.

Na outra eu guardo os vinhos tintos mais simples que eu compro, além de garrafas enviadas por , amigos para degustação. Ali tem garrafas que passam algum tempo, mas também tem um bom giro. também guardo os meus vinhos mais especiais, que só pretendo abrir em alguns anos, com poucas (e boas) exceções (geralmente brancos da Alsácia, que tenho paixão declarada ). coleção de boas garrafas de 2005 (Porto, Bordeaux, , incluindo doces, uns Barolos, uns Borgonhas, e até uns sul-americanos...), é claro, compro os vinhos quando viajo, porque aqui no Brasil, como se sabe, não dá... infelizmente).
Mas, como dizia, há os custos. Pude perceber bem, Se gasto R$ 300 por ano com essa adega, em dez anos são R$ 3 mil (sem contar possíveis juros revertidos para mim caso tivesse aplicando essa grana num banco, e mais o preço da própria). Não é pouco, convenhamos, mas é o único jeito de guardar garrafas especiais, para ocasiões especiais.
Então, para responder essa pergunta, eu digo que, sim, vale a pena ter uma adega para guardar os vinhos, mas se o caso é apenas deixar as garrafas na temperatura de serviço, não vejo necessidade: um baldinho com gelo sempre resolve, agora, se você gosta mesmo de vinho, e aprecia esse lindo ato de cultivar uma garrafa, guardando-o para serem abertas com as pessoas mais queridas, nas ocasiões mais especiais, aí, sim, uma adega (ou duas, ou um cômodo da casa, ou uma cave escavada no solo, dependendo da necessidade e do capital de cada um) é mais do que necessária. Recomendo firmemente fazer isso: conversar com integridades bons vinhos para serem comprtilhados. Porque vinho antigo é bom demais, e como os preços em lojas e restaurantes são praticamente proibitivos quando tratamos de garrafas de 15, 20 ou mais anos, a melhor maneira de se provar esses líquidos preciosos é fazendo isso.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

No lugar certo


O que não falta nas casa hoje são adegas. Antes, o que não podia faltar era a lareira, item hoje resolvido. Agora, são as adegas. As pessoas costumam casar a região com clima frio e seco. Eu mesma mandei fazer uma adega em minha casa. E não funcionou como deveria. Esse é o caso da maioria dessas adegas ?caseiras?. O Uma adega que guarda o vinho em torno dos 13-16º C e uma umidade por volta dos 70%, o ano todo. Isso só lá nas ?europas? mesmo.

. E não precisa ser verão, não. Esse sol forte, mesmo no inverno, faz a temperatura subir acima dos 20º C. O vinho é sensível à temperatura, luz, umidade, calma e limpeza.
Gregos e romanos já sabiam que guardar adequadamente um vinho era importante para a sua evolução e qualidade. Seu vinho vai estragar-se se submetido a temperaturas muito altas ou exposto à luz do sol por algum tempo. Se guardado num lugar muito frio, pode congelar, expandir e expulsar a rolha (ou qualquer que seja a tampa).

Se uma garrafa for exposta por algumas semanas à luz do sol e a um calor acima de 25º C, o vinho vai ?cozinhar?. Você o perderá para sempre. Temos alguns vinhos de Bordeaux e da Borgonha, por exemplo, que só estarão prontos para beber em dez anos e que podem custar de US$ 1,5 mil a US$ 10 mil a garrafa. Claro que têm de ser guardados com o máximo de cuidados numa adega apropriada, que reproduza as condições.

Mas a maioria dos vinhos que tomamos são jovens, não precisam esperar para serem consumidos. Poderíamos guardá-los no vão embaixo da escada e, pronto, tudo resolvido. Mas essa ainda não é a melhor solução. Uma adega apropriada significa principalmente conveniência. Com ela, em perfeito funcionamento, você poderá ter o vinho que quiser, nas condições as mais perfeitas, a qualquer hora.

Vinhos finos são caros. Seus preços só se justificarão se você tiver onde guardá-los apropriadamente. Sabemos que conseguimos melhores preços se comprarmos vinho em caixas. Mesmos os vinhos mais finos (e mais caros) têm preços menores se adquiridos ainda jovens. Mas eles terão de ser guardados adequadamente, pois terão de esperar o tempo certo para consumo. Mas onde guardar duas, três dúzias de vinho? Debaixo da escada, sujeitas a tremendas variações de temperatura, a luz e sujeira?

A temperatura de guarda é o fator mais importante. Seria ótimo termos uma temperatura entre 10 e 12º C. Contudo, qualquer temperatura constante, seja entre 5 e 18º C, ajudará. O caso é evitar flutuações: uma diferença de 5 a 6º C entre o inverno e o verão não representa um grande problema. Mas esse tipo de oscilação em bases diárias ou semanais danificará seus vinhos, fazendo com que envelheçam prematuramente. O vinho vai, repetidamente, se expandir e contrair, até que danificará a rolha e permitirá a saída do líquido e a entrada do oxigênio. É a rota do vinagre. Um vinagre caríssimo.

A umidade também é importante para manter a elasticidade das rolhas, evitando que ressequem, encolham e deixem o líquido sair (razão pela qual devemos guardar as garrafas sempre na horizontal). 70% de umidade é o nível recomendado, embora o vinho não sofra se a taxa for maior. O caso é que o excesso vai estragar os rótulos. Você terá dificuldades em identificar o vinho. E isso é particularmente mais importante para investidores ou colecionadores. Quando quiserem negociar com o vinho, o rótulo terá que estar em perfeito estado.

A luz envelhecerá prematuramente o vinho. Raios ultravioletas penetram mesmo em garrafas feitas com vidros escuros. O resultado é deixar a bebida com aromas desagradáveis. A sua adega deve ser um breu de escura. E nela você só usar lâmpadas incandescentes.

Se a adega sofrer com as vibrações de caminhões, ônibus, máquina de lavar etc., os sedimentos do vinho podem ser perturbados. Não é um problema muito comum. Mas procure um lugar calmo, longe dessas vibrações.

Além disso, as adegas devem ser limpas e bem ventiladas, livre de aromas estranhos que possam entranhar-se pelas rolhas. Não fume nem deixe fumar nesse lugar. E perua muito perfumada também não entra.
Sujeiras, poeiras atraem insetos que por sua vez podem infectar as rolhas.
Só consegui parte pequena de todas essas indicações.

Mas a melhor saída definitivamente para desisti da adega ?caseira? e compra um climatizador.. Não consigo recomendar nada melhor para guardar vinhos do que esses refrigeradores especiais para vinhos, que conseguem manter temperaturas de 10 a 16º C constantes e umidade fixa em 70%. O ano todo. Para o nosso clima nada melhor.

Você pode escolher entre as importadas ou as nacionais. Por exemplo: na Mistral ) você encontra climatizadores Electrolux, produzidos na Europa, em várias capacidades (desde 50 até 200 garrafas). Só que os preços inevitavelmente tomam o poderoso euro como base. O seu bolso pode congelar.

Mas temos climatizadores brasileiros ? e todos sabemos que exportamos geladeiras para todo o mundo. Procure a Art des Caves, que já é líder de mercado na fabricação de adegas climatizadas e a única com certificado ISO 9001. Fabricam 15 modelos de adega, com capacidades de 25 a 500 garrafas e dezenas de tipos de acabamento.

A Art des Caves, inclusive, acaba de lançar um modelo novo, o Évolution, feito para quem está começando e não tem muito espaço. É mais alta e estreita que as demais e recebe 35 garrafas. Cabe em qualquer canto. Dá para ter pelo menos 5 garrafas de 7 estilos diferentes: 5 champanhes, 5 proseccos, 5 tintos, 5 brancos, 5 rosés, 5 Portos e 5 vinhos doces naturais. Mais pra quê?


Vinho é isso: você tem que guardar no lugar certo do seu peito. E da sua casa. Mais dicas no próxima postagem

Monte a sua adega caseira




Você pode ser do tipo sofisticada ou fazer uma linha mais informal, mas uma coisa é certa: seja qual for seu estilo, é sempre bom ter uma garrafa de vinho em casa. Como tomar gosto pela coisa também não é algo difícil, ter uma adega caseira, por mais básica que seja, já se tornou um sonho de consumo de muitas mulheres. Para ajudar quem quer levar à frente esta empreitada - que não é impossível, acredite! - , vale seguir as dicas de especialistas no assunto., eu quero destaca a importância da variedade no estoque. Mas não esquente a cabeça com o orçamento: você pode, tranquilamente, ter vinhos de qualidade, mas baratos, em sua novíssima adega."O certo é ter uma boa variedade de vinhos estocados, para diversas ocasiões e convidados. Vinhos para serem consumidos rápido. Nesta categoria estão todos os vinhos brancos secos com baixo teor alcoólico e tintos leves, que são geralmente baratos!",aconselho também a investir em bons espumantes. "Champanhes e espumantes, Tintos de Pinot Noir, Sangiovese e Bordeaux brancos são vinhos mais caros, mas que sempre encantam e que vale a pena estocar, ainda que em menor quantidade",. Se você ainda é uma novata no assunto, a palavra de ordem antes de gastar em garrafas e mais garrafas é experimentar.e fundamental provar, provar e provar o máximo possível. "Para começar a entender de vinhos, uma boa dica é passar um mês tomando vinhos de diferentes lugares, mas sempre da mesma uva. Dessa forma se consegue perceber suas características", eu, também recomendo que se tenha garrafas pequenas em casa - aquelas de 375 ml, sabe? "Elas são excelentes para o dia a dia, quando se quer tomar apenas uma tacinha",
Acostumado a lidar com o público feminino gosta quando o assunto é vinho. " eu tenho paixão pelos rosés a sim com eu As mulheres amam o rosé, que sempre foi considerado um vinho assexuado, mas cujo público-alvo, por excelência, são as mulheres. Elas apreciam com a sensibilidade própria do gênero a cor suave, os belos rótulos, as garrafas que se assemelham a frascos de perfume, os rótulos bem concebidos e delicados, enfim, a roupagem que os produtores inventam para vender seus vinhos", teoriza. Rosé, branco ou tinto, vale anotar a listinha dos que são fundamentais para se ter em casa, Cabernet Sauvignon, Reserva Sauvignon Blanc 2007, Santa Rita Reserva Carmenère 2006, Montes Alpha Syrah 2005 e Gran Tarapacá Merlot Reserva. E na hora de harmonizar os pratos com os vinhos? Esqueça aquela velha máxima de "vinho branco para peixes, vinho tinto para massas e carnes". Se a ideia for um jantar romântico em casa, opção não falta. "Carne de pato vai muito bem com vinhos tintos, como o cabernet sauvignon. Bobó de camarão vai super bem com vinhos brancos encorpados, como o chadornnay australiano. Filet de pescada vai muito bem com vinhos brancos jovens e sem madeira, e a tradicional macarronada ao molho sugo pede tintos leves e brancos frescos, ou até espumantes nacionais",e para completa
"Procure ter um vinho de sobremesa na adega",.pois um bom vinho faz qualquer momento se especial.e só aprender a escolher!

domingo, 22 de agosto de 2010

as 10 champagnes que nao podem falta na sua adega


Champagne Moët Nectar Imperial 750 ml
Champagne Moët Nectar Imperial 750ml. Champagne francês branco demi-sec. Elaborado e produzido em Champagne, na França. O estilo Moët & Chandon é a expressão do solo da região de Champagne. Baseia-se sobre a diversidade das safras para elaborar champagnes completos e perfeitamente estruturados. Graduação alcoólica 12%vol. Conteúdo 750ml, vidro. Champagne importada da França.

Champagne Perrier Jouet Blason Rose 750 ml
Champagne Perrier Jouet Blason Rose 750ml. Champagne francesa rose. Apresenta cor rosa pálido, com aromas de frutas vermelhas, com notas de morango e framboesa. Seu aroma proporciona um perfume de flor. Ideal para acompanhar Peixes Marinhos. Conteúdo 750ml. Champagne importado da França.

Champagne Moët Brut Imperial Rose 750 ml
Champagne Möet Brut Imperial Rose. Champagne francesa, elaborada na região de Champagne, na França. Baseada sobre a diversidade das safras, esta champagne é completa e perfeitamente estruturada. É um vinho arredondado, maleável, mas consistente. Nem muito pesado, nem muito leve, completo com uma ligeira acidez que sustenta o seu gosto de fruta. No final, o degustador encontra uma sensação de leveza, o frescor típico de Möet & Chandon. Graduação alcoólica 12%vol. Conteúdo 750ml. Champagne Importada da França.

Champagne Krug Grande Cuvée 375 ml
Champagne Krug Grande Cuvée. Champagne francês elaborado a partir de múltiplos vinhos de seis a dez safras diferentes. Tem como características complexidade, elegância e persistência. Perfeito como aperitivo, alia-se também com pratos refinados. Graduação alcoólica 12%vol. Conteúdo 375ml. Champagne Importado da França.

Champagne Louis Roederer Brut Vintage Rosé 750 ml
Champagne Louis Roederer Brut Vintage Rosé. Champagne francês rose, elaborada a partir das variedades 70% Pinot Noir e 30% Chardonnay. A Brut Vintage Rosé é produzida exclusivamente a partir do vinho de uma colheita excepcional e tem a marca da vindima especial a partir da qual é produzida. Rica, cheia de corpo e opulenta, esta é uma champagne para degustar juntamente com as refeições. Possui cor "salmon" - aparência rosada. Rico e exuberante aroma, com notas de frutas vermelhas (framboesas, morangos) e frutas cristalizadas, a complexidade da acácia, avelãs e amêndoas. Amplo e cremoso ataque, com sabor abundante. Graças à sua estrutura e vinosidade, Louis Roederer Brut Vintage Rosé é um excelente acompanhamento para refeições e um perfeito acompanhamento para peixes ou carne. Para arredondar a refeição, Brut Rosé é um ideal complemento ao queijo cremoso ou a um pudim de frutas vermelhas. Graduação alcoólica 12% vol - . Champagne francesa.

Champagne Perrier Jouet Belle Epoque. Champagne francesa, elaborada a partir de uvas viníferas das variedades Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. Harmônica, delicada, elegante, com aromas de frutas como grapefruit, evoluindo para toques de pêra e finalizando com notas de nozes e tostados. Perlage fina e muito consistente, seu retrogosto evidencia seu caráter e personalidade.

A famosa garrafa "Fleur de Champagne" concebida por Emile Gallé tem como conteúdo o mais distinto Champagne elaborado pela Perrier-Jouët a partir de vinhos de uma única safra. A Perrier-Jouët Belle Epoque é produzida apenas em anos cujas safras são declaradas como excepcionais. Essa seletividade garante a excepcional qualidade do produto. Ideal para acompanhar pratos a base de champignons, Peixes Marinhos. Graduação alcoólica 12,5% vol - 750ml (vidro). Champagne importada da França.

Champagne Veuve Clicquot La Grande Dame 750 ml
Champagne Veuve Clicquot La Grande Dame 750ml. Champagne francesa Brut. Uma homenagem emocionada a Madame Clicquot, reflexo de sua busca pela perfeição, La Grande Dame, só é elaborada em anos de safras excepcionais. As oito regiões históricas da Maison Veuve Clicquot às quais são conferidas a demarcação de excelênciade "Grands Crus" definem uma personalidade inconfundível: o vigor do Pinot Noir une-se à delicadeza do Chardonnay. Durante um período mínimo de seis anos, nas profundezas das cavernas transformadas em adegas (as famosas "Crayéres"), os aromas se revelam e as nuances se definem. Com paciência e paixão, La Grande Dame se faz cada vez mais desejada.

Envolta em luzes douradas e luminosas, a cor realça a efervescência fina e delicada. Na boca, La Grande Dame revela uma sucessão de sabores generosos e frutados, com uma textura profunda e sedosa. O retrogosto é puro e tem um final longo, quase eterno. Graduação alcoólica 12,5% vol - 750ml (vidro). Champagne importada da França.

Champagne Krug Grande Cuvée Brut 750 ml
Champagne Krug Grande Cuvée Brut 750ml. Champagne francês elaborado a partir de múltiplos vinhos de seis a dez safras diferentes. Tem como características complexidade, elegância e persistência. Perfeito como aperitivo, alia-se também com pratos refinados. Graduação alcoólica 12%vol. Conteúdo 750ml. Champagne Importado da França.

Champagne Cristal Brut Louis Roederer. Champagne francês branco seco. Histórica e cronologicamente, foi a primeira cuvée de prestige criada na França. Fundada em 1776, a maison Louis Roederer criou 100 anos mais tarde o célebre CHAMPAGNE CRISTAL, a pedido do tsar Alexandre II da Rússia que reinou de 1855 a 1881. Um apaixonado pelos champagnes Roederer. Um Champagne exclusivo, superlativo, o rei dos Champagnes, o Champagne do tsar, o Champagne dos reis, engarrafado em flacões do mais nobre, do mais puro cristal: o Cristal de Baccarat. Daí o nome que o consagrou. Uma jóia de exceção. Não havia recepção na corte imperial russa sem CHAMPAGNE CRISTAL ROEDERER. A partir de então, a maison Roederer passou a enviar-lhe anualmente sua melhor cuvée. É o néctar dos deuses, dos reis, dos tsares... Envelhece por 6 anos, seguidos por mais 6 meses de repouso. É elaborada a partir de 55% Pinot Noir e 45% Chardonnay. Sua cor é dourada e brilhante. Espuma branca, vivíssima e evanescente. Perlage fino e persistente. Bouquet pronunciado de extraordinária elegância. Exala amêndoa e flores brancas. Sabor seco, untuoso, elegante e harmônico com aristocrático fundo de amêndoa tostada. Graduação alcoólica 12%vol. Conteúdo 750ml. Safra 2000. Champagne importada da França.

domingo, 8 de agosto de 2010

ARMAZENAMENTO DE VINHO


O vinho é uma bebida viva, a qual se transforma com o tempo, em condições ideais de repouso. A garrafa deve permanecer na posição horizontal, para que ele possa desenvolver todas as suas potencialidades, tais como, afinar os aromas e arredondar os sabores. Para uma acomodação adequada do vinho, é preciso evitar: calor; mudanças bruscas de temperatura; luz; trepidação; baixa umidade; odores estranhos.
A temperatura ideal varia entre 11ºC e 15ºC. É importante que o local de armazenamento, não seja muito seco, pelo menos 70% de umidade relativa do ar, seria conveniente. Um canto debaixo de uma escada, um armário, não muito usado, enfim qualquer lugar quieto e fresco, longe de odores, como produtos de limpeza, será conveniente, mas não o ideal.
A melhor solução, para quem tiver espaço, é construir uma adega climatizada em casa. Porém, no mercado há várias opções de adegas portáteis, que mantêm a temperatura e umidade ideais para se guardar os vinhos.
Também é aconselhável ter uma ordem em seu armazenamento. Coloque os brancos em um setor e os tintos em outro. Subdivida-os segundo sua origem geográfica, anos de colheita, ou utilize uma ordem alfabética. Um aspecto importante é deixar o mais afastado possível, os vinhos que tem potencial de guarda, como os tintos superconcentrados de grandes colheitas como as de 1997, 1999, 2001, 2002 ou 2005. Importante anotar a data que adquiriu, comentário resumido de degustação, para que mais tarde (meses, anos), podermos comparar sua evolução, e discutir sobre o vinho na época, e como ele estará quando o abrirmos.