segunda-feira, 13 de outubro de 2014

PRIMEIROS PASSOS – PARTE VI – O SERVIÇO DO VINHO – O SACA-ROLHA


Depois da temperatura certa, taças separadas é hora do saca-rolha.

Parece mentira mas o que menos encontramos hoje são ROLHAS verdadeiras. Estas, caras demais para o produtor, são utilizadas somente nos vinhos top das vinícolas. Aqueles de grande guarda.

O vinho, como visto em posts anteriores , é o meio do caminho entre o suco de uva e o vinagre. O contato com o oxigênio é essencial para que o vinho engarrafado continue sua evolução, breve ou longa, de acordo com sua vocação.

Nos vinhos de guarda, isto é, naqueles que devem estagiar longos anos nas garrafas, NÃO SE CONHECE MELHOR VEDAÇÃO QUE A CORTIÇA. A cortiça (casca dos sobreiros) tem micro poros que permitem a “respiração” do vinho e a sua perfeita vedação.Mas como dito acima s melhores rolhas são caras. Então vêm as alternativas, aglomerado de rolhas, reciclagem das rolhas, “rolhas” sintéticas, “rolhas” de vidro e até a de rosca, as chamadas “screw cap”,
Mas vamos nos ater ao post. Gosto de utilizar o saca-rolha acima, SIMPLES E PRÁTICO, com dois estágios. Sei que tem uma infinidade de saca-rolhas, dos mais simples aqueles que não parecem um saca-rolha.

Este de dois estágio é o mais prático. Retira-se a cápsula, gosto de usar um corta  cápsula, abaixo.
 

Depois gira-se o saca-rolha até duas voltas antes de terminar a rosca. Aí utiliza-se o primeiro estágio. A rolha sai um pouco, como na foto acima. Depois  enrosca-se um pouco mais e usa-se o segundo estágio para retirar-se a rolha. Mas cuidado, a alça do saca-rolha deve estar ao lado do seu corpo, caso contrário ao retirar-se a rolha podemos molhar os seus convidados ou clientes com o espirro do vinho.

No desespero retira-se a rolha assim. Já fiz uma fez e deu certo. até  a próxima postagem

Vinagrete de Polvo vai fazer o maior sucesso na sua mesa!

 

Sabe aqueles dias que você, chega em casa e tem apenas ,15 minutos para prepara algo para aqueles amigos que chegam  sem avisar você pensar o que fazer ? ai  você encontra a salvação um pote  de polvo muito charmoso pensei um vinagrete  de Polvo porque não ?

 Tudo  muito  simples :Vamos precisar


  •  1 pote de polvo este ai da foto
  •  4 tomates sem sementes picados em quadradinhos
  •        100 g de azeitonas chilena
  •        200 g de cogumelos picados
  •       1/2 pimentão vermelho picados
  •       1/2 pimentão amarelo picados
  •      1/2 pimenta dedo de moça sem sementes
  •      1 cebola grande
  •      1 dente de alho
  •     Cheiro verde a gosto
  •     Sal, vinagre e azeite a gosto

Modo de Preparo
Colocar o polvo na panela  sem água, apenas com 1 cebola, 1 folha de louro e 1 pitada de sal por 5 minutinhos desligue a panela e espere esfriar
Picar o polvo em pedaços e acrescentar os ingredientes
Servir com pão italiano, fica uma delíciaaaaaaaa  Aqui em casa fez sucesso.
 

 

domingo, 12 de outubro de 2014

GEWÜRTZTRAMINER SHOW DE AROMAS E SABORES

    

Cuidado ao abrir um bom vinhos com esta uva, logo surge uma explosão de aromas que vão das frutas ao frutos secos.  Na boca outro show. Na ponta da língua o seu adocicado característico e ao fundo a acidez bem-vinda. Experimente encher a boca com este vinho e deixá-lo lá por uns instantes. É  um caleidoscópio de sabores e aromas.Mas ela tem seus caprichos. Sua produção é baixa o que faz com que muitos não a plantem. Não se adapta fácil em qualquer lugar. Alcança seu potencial máximo na Alsácia, mas pode ser encontrada com qualidade na Itália, Alto Ádige, Austrália, Nova Zelândia, EUA e, com critério, no Chile e no Brasil, isto mesmo. O Brasil em tempos idos foi um bom produtor desta casta, principalmente na fronteira com o Uruguai.Mas, sem dúvida alguma, os alsacianos são os melhores nesta casta.Só não vamos incorrer em erro comum. Comparar um Gewürtztraminer de outro local com um alsaciano. Não tem como, na Alsacia o terroir (clima mai solo) é simplesmente perfeito para esta uva.
Aqui um Gewürtz brasileiro com muita honra. Uvas do terroir único de Encruzilhada do Sul, Rio Grande do Sul região alta com verões mais frescos a noite, muita incidência de sol e invernos rigoroso  No nariz aquela explosão que falei, parece uma feira de frutas. Na boca uma sensação de batata doce que logo se esvai porque a acidez se faz presente trazendo com ela o frescor que procuramos nos vinhos brancos. Final de gole longo e gostoso.

Um vinho para ser celebrado e apreciado.

Ah, por fim, excelente parceira para pratos orientais, indianos e ao estilo da culinária alsaciana. Ou mesmo com um queijo branco de massa mole como um Brie, umas torradinhas, boa companhia e lá estamos no nosso momento feliz do dia.

 



sábado, 4 de outubro de 2014

CALMA EU NÃO BEBI DIREITO


Este texto surgiu,  de um encontro sobre vinhos onde algumas pessoas não paravam de olhar para o relógio e apurar a apreciação dos vinhos. Digo apreciação pois entendo que a palavra degustação utilizada normalmente não se adpata ao caso.

Um vinho deve ser apreciado, olhado, cheirado, cumprimentado, entendido, desde a sua uva até sua origem, depois vai à boca num gole calmo e prazeroso. Nunca de maneira apurada com pessoas olhando para o relógio, bebendo o vinho e pensando nos compromissos seguintes.

Penso que devemos entender que um bom vinho para chegar a nossa mesa, demorou mais de 5 anos entre  a vinha e a mesa. Com o suor, estudo, técnica e alegria feito por muitas pessoas que de certa forma representam o local, a cultura e a tipicidade de onde foram produzidos.

Como eu, em minutos irei sorver tal vinho? Não, Agir assim é no mínimo um ato de desrespeito a mim, ao meu bolso, as pessoas que produziram o vinho, desde o homem do campo até os responsáveis pela vinícola e aos meus amigos de encontro.
No mundo de hoje deixemos a pressa que o controla do lado de fora, pressa esta que tudo estraga que não permite que vejamos os detalhes, ah os detalhes tão importante na nossa vida. O vinho é igual, deixe que ele se apresente aos poucos, mostrando todas as suas sutilezas até a próxima...

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A cor do vinho está na casca!


Uma pergunta que todos fazem: afinal, como se elabora um bom vinho? Bem, em primeiro lugar, lembramos que existem vários tipo de vinho. Podemos elaborar vinhos tintos, brancos, espumantes, fortificados, etc. Mas vamos nos ater aos dois primeiros.

O processo é similar: colheita das uvas, maceração, fermentação, prensagem e estágios em inox, barricas e/ou garrafas. Agora, o grande segredo para a produção de vinhos tintos ou brancos está na casca.

É na casca da uva que se encontram os pigmentos responsáveis pela cor do vinho (você já reparou que mesmo a polpa das uvas tintas é branca?). Esses pigmentos são na sua maior parte os antocianos (polifenóis de cor vermelha) e os flavonóides (polifenóis de cor amarela). Na fermentação, o contato das cascas das uvas com o suco (extraído no processo de maceração) é que vai dar cor aos vinhos tintos. Assim, quanto maior o tempo de contato das cascas com esse suco, maior e mais intensa é a cor do vinho tinto. Claro que algumas uvas são mais claras do que outras, naturalmente, resultando em vinhos também mais claros. Uma casca de Pinot Noir, por exemplo, é naturalmente mais clara do que uma casca de Cabernet Sauvignon, o que lhe confere uma coloração mais pálida. A intensidade da coloração das uvas também vai variar bastante de acordo com o país e região onde elas são cultivadas.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Mapa do Vinho Espanha


Os Fenícios iniciaram as primeiras plantações na, hoje Cádiz e Xerex, chamada atualmente de Jerez. O clima quente propicia a amadurecimento das uvas com bastante graduação alcoólica nos trazendo os vinhos generosos ao estilo Porto. Vinhos que enfrentavam viagens longas. Assim, desde sempre a Espanha esteve vocacionada ao vinho. Depois vieram os Romanos. Desenvolveram as regiões mais para o interior do país. Após os Monges enólogos, ao melhor estilo Abadia e Mosteiros desenvolveram técnicas, na época insuperáveis, para  o desenvolvimento das videira e seus vinhos.
Hoje, a Espanha, como todos os países produtores, principalmente da Europa, estão com tecnologia de ponta e produzindo vinhos de grande qualidade.

Falar da Espanha é entender que seus vinhos não se resumem a uva Tempranillo nem a regiões mais  conhecidas de Toro, Ribeira Del Duero e Rioja.
Para entender a grandeza deste país temos que separar o seu mapa em regiões bem demarcadas, cada qual com suas características climáticas, solo e uvas típicas.

Ao norte Galíca e seus vinhos com a uva Albarño ao centro os poderosos vinhos tintos com a uva Tempranillo, passados em barricas ou não.
Na borda do Atlântico e Mediterrâneo, além dos Jerez, feitos com a Palomino e a Pedro Jiminez, temos os vinhos elaborados com a Garnacha e a Monastrell. Mais para o lado de Barcelona, as Cavas, com a Xarleo, Macabeu e Parleo, enfim, vinhos para todos os gostos e estilos.

Nas próximas postagem vamos conhecer as principais regiões, seus vinhos e uvas.
 

 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Ouço muitas bobagem sobre os vinhos BRASILEIRO

 Meus querido reuni os seu amigos Puxe uma cadeira e vamos conversar sobre alguns injustificados preconceitos que muitos consumidores, comerciantes e, até, enófilos, têm com o vinho brasileiro. Ouço, a muito tempo, algumas bobagens que deve     erradicadas,como como:

VINHO   BRASILEIRO RESUME-SE A VINHO DE COLONIAL

Vinho colonial, aqui no Brasil, são vinhos simples, muitos com adição descarada de açúcar e utilizando-se, de modo geral de uvas americanas, não viníferas, como Niágara, Bordo, entre outras. A verdade é que existe muito deste vinho por aí. De fato ainda é consumido por boa parte de consumidores que gostam e ficam nestes vinhos.

Mas a bobagem é dizer que o vinho brasileiro resume-se a este estilo. Hoje temos um avanço reconhecido internacionalmente em função dos vinhos espumantes. Tintos e brancos estão sendo trabalhados com melhoria de vinhedos e técnicas de produção, aliás, como no mundo todo. Novos terroir como este da Campanha Gaúcha vem sendo mapeado e trabalhado por enólogos experientes. Assim é bobagem afirmar que ficamos só neste estilo de vinho.

VINHO BRASILEIRO É RUIM

Outra afirmação intempestiva. Primeiro porque o conceito de gosto e prazer é muito subjetivo. Diria que não tem vinho ruim e, sim, estragado ou não. Claro que este conceito de prazer pode ser aumentado com experiência em novos vinhos, conversas e encontro de vinhos, leitura, enfim, não há outra saída que não experimentar.

Posso dizer que aqui ou em qualquer lugar deste planeta temos vinhos desequilibrados. E o que é um vinho desequilibrado? O vinho, em tese, precisa ter harmonia entre açúcar, álcool e acidez. Quando um sobressai ao outro temos um vinho desequilibrado. Entendo, por exemplo que alguns andinos com mais de 16% de álcool, nos tintos e beirando os 15% nos brancos são vinhos desequilibrados e desarmônicos. Eu não gosto.

Claro que temos vinhos muito ácidos e irritantemente ácidos, mas são, em geral, os mais baratos e não podem servir de exemplo a todos.

Importante ressaltar que nossa vocação, principalmente na Serra Gaúcha e Catarinense, são vinhos brancos mais ácidos e tintos de médio corpo que seguem este caminho. Deve-se aos chamados vinhos de montanha, que tem mais frio, mesmo no final da maturação, não concentrando o açúcar para encorpá-los. Assim como alguns famosos, como os Barolos e Brunellos com a Nebbiolo e Sangiovese. Bastante ácidos eu diria. Aí não reclamam compram, pagam bem e, silêncio.
 
VINHO BRASILEIRO É ESPUMANTE
 

De fato devido ao sucesso dos espumantes brasileiros alguns podem pensar que se resumem a eles. Nem pensar em tal afirmação. Novos terroir, na última década têm sido explorado. Como a Campanha Gaúcha, aí da foto. Que nos traz tintos muito interessantes. A Tannat, aqui por conta de noites mais quentes no final da maturação ganham mais fruta e perdem aquela rusticidade típica da Tannat. Um exemplo de terroir brasileiro. No mesmo caminho a Merot e a Cabernet Sauvignon, por aqui. Brancos com a Viognier, Gewürtztraminer e Sauvignon Blanc também vem sendo apresentado e com qualidade.

Na Serra Gaúcha uvas esquecidas trazidas pelos imigrantes do Vêneto e Trento estão ressurigindo, como a Marzemino, Lagrein, Teroldego e Peverela. Um trabalho de artesãos do vinho. Trabalho, este, que não deve ser ignorado, mas sim exaltado e apreciado.

Na Serra Catarinense e Campos de Cima, temos a Sauvignon Blanc e a Pinot Noir, respectivamente, dando belos resultados.

Portanto, não fique só nos espumantes.

VINHO BRASILEIRO É CARO

Mais uma falsa ideia. Temos preços para todos os gostos e bolsos. Alguns valem quanto pesam, outros não. Alguns estão completamente fora de propósito no seu valor, outros não.

Assim como em qualquer lugar deste planeta. Atire a primeira pedra quem não comprou um vinho, andino, por exemplo, que pagou caro e não valia metade. Tem vários por aí. Claro que alguns consumidores ainda são muito vulneráveis aos rótulos e garrafas. Eu ainda não bebo isto, bebo vinho. Pago pelo vinho não por gorduras externas.

VINHO BRASILEIRO TEM MUITA QUÍMICA

Ter muita química no vinho é uma expressão moderna, quer dizer vinho trabalhado. Uva desequilibrada nos traz, necessariamente, vinho desequilibrado. Somente sendo equacionado com química. Correção de açúcar, acidez etc e tal. Normal no mundo todo.

Claro que se faz vinho inclusive de uva. Na chamada química gosto de resumi-la assim.

Química necessária. Todo o vinho para estar pronto depende da química. Não exite vinho sem aplicação elementos externos que  vão ajudá-lo.

Química de embelezamento. Aquela que se utiliza, as vezes de forma desnecessária, para enfeitar o vinho, como chip e barricas de madeira, entre outras.

Química do mal. Bem aqui é pesado, são essências químicas que imitam madeira e outros aromas, são corantes e coisa e tal. Não vou esmiuçar este assunto porque não é o motivo da publicação.

Isto, infelizmente, é feito no mundo. Têm muito vinho aí na casa dos R$ 18,00 que atravessou o mundo com muitos comerciantes e Governos ganhado em cima e ele chega para ti na faixa de R$ 20,00. Dois Euros ou um dólar, convenhamos, coisa boa não é.

Prefiro,neste caso, um bom vinho brasileiro nesta faixa de preço. E, olha que existem vários exemplos.

Por fim, lembre-se melhor um bom sanduíche com mortadela em algum boteco do que um almoço caro e ruim em restaurante.

 

VILÃO NA GASTRONOMIA


O sal em excesso, principalmente, nos churrascos e assados ou mesmo em molhos. E tem um pessoal que carrega no sal.

 O sal metaliza os taninos os tornando amargos. Um péssimo negócio quando abrimos aquele tinto guardado com carinho durante anos. Passou por barricas de madeira, descansou quase uma década e aí o colocamos para enfrentar um prato salgado. Uma tragédia garantida. Aí, nestes casos, prefira um vinho tinto com baixo índices de taninos, como um Borgonha, Pinot Noir ou Gamay, por exemplo.Portanto, ele é vilão ou amigo dependendo da qualidade da uva, estilo de vinificação, tempo de guarda e gastronomia adequada.

Algumas dicas para economizar com qualidade POR MENOS PREÇO




  Veja outros terroir do mesmo país produtor, para ficar no foco do vinho escolhido, descubra outros locais menos consagrados e que não perdem qualidade.
Que tal conhecer NOVOS PRODUTORES E NOVAS UVAS
Pense em novas regiões, novos países e novas uvas para que se possa baixar o preço de um vinho sem perder qualidade.

Este trabalho é seu. Estude, leia, experimente, vá em feiras especializadas, leia blogs
o vinho &moda  RSssssssssssss , enfim, vá à luta,minhas querida  .
COMPRE DIRETO DO PRODUTOR

Quanto menos etapas de comércio tiver um vinho, mais perto do preço de origem ele tem. A internet está aí queridos. Além disto, se possível e tiver vinícolas no teu  pais tente conhece-las assim o contato será pessoal. Se não vá as exposições de vinhos pegue contatos e peça seus vinhos.
Se impossível porque os vinhos não são do país, somente trazidos  importadoras, estude-os, veja a uva, terroir e tente similares. Veja se perto não se produz vinhos de qualidade sem que estejamos presos aos terroir mais afamados. Muitos bons vinhos estão perto de regiões mais famosas.

E entenda como funciona este mundo.

Uma branca de respeito



Em terra de tintos ela   é destaque. Pense naquelas uvas que só nos ofertam o seu melhor no local em que nasceram. Pense naquelas uvas que produzem vinhos especiais, desde que acariciadas e bem cuidadas. Pense naquelas uvas que nos trazem vinho tão o melhor que os feitos de outras uvas mais afamadas.
Pense no Dão, uma região especial em Portugal que renasceu há poucas décadas para o mundo do vinho. Modernizou-se, atualizou os seus conceitos de vinhedos e elaboração dos vinhos.
Pois bem, para sair da rotina por que não experimentar um branco do Dão com a uva  Encruzado?
Ela é a rainha do Dão, hoje devidamente separada dos lotes, vem produzindo varietais (mono varietais) de extrema qualidade.
Acariciada desde os vinhedos nos traz vinhos de alta qualidade, cor amarelo palha, nariz de amêndoa e frutos secos, na boca acidez média, seco e muita delicadeza.
É bom não servir muito gelado em face de sua leveza, caso contrário, perderemos muito aroma e gosto Muito boa para servir com peixe, frutos do mar. No meu caso caiu muito bem com carpaccio de salmão.
Com queijos de massa mole também.