domingo, 4 de março de 2012

Uma “família” chamada restaurante…


hoje, resolvi falar sobre a responsabilidade que deve estar impressa nessa relação entre funcionário e patrão, que muitos, e eu me incluo, acreditam possa ser algo parecido com a de uma família. E é! Para o bem e para o mal, quem duvida? A estrutura que move a engrenagem de um restaurante é extremamente delicada, pois seus pilares estão apoiados, sobretudo, em seres humanos. Complexos, distintos, repletos de ambições, expectativas e sonhos de diferentes procedências. Dessa engrenagem depende diariamente o rumo de uma história que tem começo, meio e fim, todas as noites. Todos são importantes em seus postos e muitas vezes fora deles também. Todos contam com todos, todos se estressam com todos, todos convivem diariamente com todos. É uma convivência delicada. Acredito que na maioria das vezes estabecida através do respeito e da cooperação mútua. Mas, como em qualquer convivência familiar, tem um dia em que a coisa desanda. Faz parte. São relações humanas! Passam um dia inteiro dedicando à melhorar os pratos para o restaurante, coisa que é prioridade para mim. Vibramos quando o menu foi um sucesso. Mas no outro dia pode ser cobrado Faz parte.

O que não faz parte, em minha opinião, é o descaso. Nem de um lado e nem do outro. É a falta de responsabilidade, a falta de compromisso e de envolvimento, muitas vezes de ambas as partes, noutras só de uma. Não faz parte a falta de compreensão do papel que cada um passa a ter na vida dos outros quando decide fazer parte de uma família como essa. Ou seja, é uma equação complicada, uma família chamada restaurante como bem disse Almoça junto todo dia ,: Janta junto todo dia ,Vive junto todo dia Família! Família!

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