Eu sou daquelas que acreditam em escola. Sempre fui melhor para aprender as coisas dentro da escola, escutando um bom professor, do que estudando sozinha. Sei que cada um tem uma maneira de aprender, a minha é essa.
Nos últimos anos tenho estado mais próxima da cozinha estou cursando gastronomia . um curso muito bacana que sempre tive muita vontade de fazer, mesmo sabendo que tinha que ter disposição física necessária para mais esta paixão .digo porque ", literalmente: se você não aguenta o calor, saia da cozinha. Claro que é uma metáfora, mas que funciona à perfeição para os 'aspirantes' a cozinheiro.
Se você não quer se sujar, se não quer carregar caixa, limpar peixe, lavar panelas, estudar muito e passar calor, nem pense em entrar na cozinha.
Mas se essas coisas (apesar de incomodarem às vezes) ainda lhe deixam curioso, ou ainda fazem você ter vontade de 'sujar as mãos', talvez a cozinha seja um lugar legal para você..estou conseguindo perceber como é uma parte da formação de um chef de cozinha. Teoria, teoria e depois prática e mais prática
Ter grandes professor, que prova cada um dos pratos e faz comentários e, , dá notas a cada preparação Tudo é examinado, desde a aparência dos pratos, a forma de servir, a textura quando se coloca o talher e, claro, o sabor. Nesse quesito, aliás, entra o equilíbrio entre sal e pimenta (ou açúcar se for o caso), a oleosidade, a textura em boca e a qualidade do preparo como um todo - onde entram as técnicas aprendidas na escola .
Claro que durante as aulas os professores está atento, circulando, conferindo as preparações, dando informações e corrigindo, pois o objetivo não é reprovar, é ensinar.

Comida servida e provada, é hora de lavar a louça, limpar a cozinha e deixar tudo arrumado, isso também com hora marcada. pensar que fácil ainda precisa estar 'inteiro' ao final disso, pois se fosse numa cozinha comercial voce poderia ser chamado ao salão para falar com um cliente e sua aparência não pode ser a de quem acabou de enfrentar um cão lamacento!
Cozinha não é fácil gente, não é mesmo, que o digam nossas mães, avós, empregadas, que a enfrentam todos os dias pensando em custos, em nutrição, em diversidade.
Fora de casa então, ainda há a pressão de ser servir ao cliente algo que ele não comeria em sua casa (ou até comeria, mas não tão bom), pois ele saiu do conforto de seu lar e decidiu pagar para alguém cozinhar para ele.
A gente quase nunca pensa nisso, certo?
E aprender tudo isso leva tempo, custa caro e ainda demanda sair desse meio dia de aula e ir preparar trabalho escrito, estudar de verdade e fazer prova.
Fácil não é. Mas uma coisa posso dizer como aluna amadora/expectadora: é uma espécie de meditação ativa, pois a cozinha é tão absorvente que por algumas horas sua cabeça fica livre, livre mesmo, de toda espécie de pensamento que não seja relacionado à esse trabalho.
Tudo de bom!
Parabéns aos professora (coordenadora do curso), e obrigado por me ajundar realiza mais um das minhas paixão !







SOLANGE , adorei seu post! E eu continuo com mais e mais vontade de fazer a faculdade de gastronomia.. estou contando o tempo para terminar meu MBA e poder me inscrever! Mas isso só em 2013 :
ResponderExcluirBeijo